Pages

Subscribe:

Labels

domingo, 28 de agosto de 2011

Funções de Linguagem: Excertos de Jakobson

Para melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação. a partir deles, Jakobson distinguiu seis funções de linguagem, relacionando cada uma delas a um dos componentes do processo comunicativo. Desta forma, em cada ato de fala, dependendo de sua finalidade, destaca-se um dos elementos da comunicação, e, por conseguinte, uma das funções da linguagem.
 
A seguir, temos um exemplo de excertos retirados de Linguística e Comunicação de Jakobson, quando este explica o conceito das funções da linguagem:


Cada um desses seis fatores determina uma diferente função da linguagem. Embora distingamos seis aspectos básicos da linguagem, dificilmente lograríamos, contudo, encontrar mensagens verbais que preenchessem uma única função. A diversidade reside não no monopólio de alguma dessas diversas funções, mas numa diferente ordem hierárquica de funções. A estrutura verbal de uma mensagem depende basicamente da função predominante.


- jackbran.pro.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Funções da Linguagem

Função Emotiva (ou expressiva)
Centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Observa-se, através dessa função, o envolvimento pessoal do emissor, que comunica sentimentos inquietações, emoções, avaliações e opiniões centradas na expressão da 1ª pessoa do singular (eu), do seu mundo interior. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor, porque apresentam uma linguagem subjetiva que enfoca as próprias sensações do emissor.
  • Por exemplo: “Porém meus olhos não perguntam nada./ O homem atrás do bigode é sério, simples e forte./ Quase não conversa./ Tem poucos, raros amigos/ o homem atrás dos óculos e do bigode.” (Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)
  • Por exemplo 2: O criador de uma charge pode expor sua opinião de uma maneira cômica.
 

Função Referencial (ou denotativa)
Essa função ocorre quando o destaque na comunicação é o referente, ou seja, o objeto da mensagem ou a situação nela abordada, onde o emissor procura oferecer informações da realidade, sobre o referente, oferecendo uma mensagem objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Essa função é usada para informar. Linguagem usada nas notícias de jornal, textos científicos e didáticos.
  • Por exemplo: “Bancos terão novas regras para acesso de deficientes”. O Popular, 16 out. 2008.

Função Conativa (ou apelativa)
Centraliza-se no receptor; é usada quando o objetivo da transmissão da mensagem é persuadir, influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas publicitárias que se dirigem diretamente ao consumidor, cuja finalidade é envolver o leitor, influenciar o seu comportamento e seduzi-lo com uma mensagem persuasiva. Essa função aparece muito na capa de jornais, revistas, propagandas e outros.
  • Por exemplo: Não perca a chance de ir ao cinema pagando menos!
    (A persuasão é usada para levar clientes até o cinema ou a uma loja)

Função Fática
Centralizada no canal de comunicação, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor através de cumprimentos ("Olá!", "Como vai?", "Bom dia!"), testando a eficiência do canal ("Entende?", "Câmbio!", "Está me ouvindo?"), ou numa abordagem coloquial objetiva e rápida ("Está tudo bem?", "Você precisa de ajuda?"). Aparece com mais freqüência em nosso dia-a-dia, já que uma de suas características é chamar atenção, manter contato usando diferentes formas como ruídos, repetições, etc. É muito utilizada em meios de comunicação de massa, linguagem das falas telefônicas, saudações e similares.
  • Por exemplo:
  • Num diálogo: “Está entendendo?”. Ao telefone: “Oi” / “Alô”. O “ahhh...muleeeque!!!” dá a frase sentido de estar gritando.
  • -Oi.
    -E aí?
    -E aí?
    -Bom...Eu perguntei primeiro.
    -EU perguntei primeiro.
    -Ãh...
    -...
    -Você não entende o que eu falo?
    -Hã!?
    -Simplesmente me ignora então?
    -Oi?
    -Que chato,véi..

Função Poética
Centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Ocorre quando se enfatiza a mensagem ou o texto, quando é trabalhada a própria linguagem. A ênfase recai sobre a construção do texto, a seleção e a disposição de palavras no texto. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em poemas, mas aparece também em obras literárias diversas como prosa, letras de música, em algumas textos publicitários, etc.
  • Por exemplo: negócio/ego/ócio/cio/
    Na poesia acima “Epitáfio para um banqueiro”, José de Paulo Paes faz uma combinação de palavras que passa a ideia do dia a dia de um banqueiro, de acordo com o poeta.

Função Metalingüística
Centralizada essencialmente no código, usando a linguagem para falar dela mesma. O objetivo da mensagem é referir-se à própria linguagem. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Podem-se encontrar exemplos dessa função em uma cena de filme que analise o cinema, em verbetes de dicionários - repositórios de metalinguagem, em textos que estudem e analisem outros textos (por exemplo, definições de assuntos gramaticais em gramáticas). O próprio jornal corrige erros de seu próprio cógido (errata).
  • Por exemplo: “Pegue um jornal
    Pegue a tesoura.
    Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
    Recorte o artigo.”
    Este trecho da poesia, intitulada “Para fazer um poema dadaísta” utiliza o código (poema) para explicar o próprio ato de fazer um poema.

Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo. 
  • Por exemplo:
    FUNÇÃO METALINGUÍSTICA: A placa refere a ela mesma.
    FUNÇÃO FÁTICA: Utiliza a palavra "AVISO" para avisar.
    FUNÇÃO APELATIVA: "Não remova este aviso". 


  - brasilescola.com / graudez.com.br / etesp01.blogspot.com / duvidasredacao.blogspot.com.

Linguagem NÃO Verbal

É bom começar lembrando ser esta linguagem natural; é a usada pelos animais. Eles percebem e reagem, certamente sem falar, e é clara sua competência em alguma forma de comunicação.
Quem tem cão sabe muito bem o quanto eles se fazem entender. Crianças, até muitos meses de idade, se exprimem através de movimentos e sons variados quase sempre fáceis de entender quando se percebe bem a situação. Mas as pessoas, viciadas nas palavras e pouco treinadas na observação, acham difícil entender os sinais emitidos pelos pequenos. A maior parte dos adultos sente grande alívio quando a criança começa a dizer o que sente, quer ou precisa.
Como bichinho saudável, a criança se interessa por tudo, quer mexer em todas as coisas, ir a todos os lugares, experimentar o quanto lhe é possível com as mãos, os olhos, a boca, o corpo todo. Ela precisa “encher” o cérebro de experiências, sem as quais nada pode fazer. A ausência desta experiência "não verbal" a levará a tornar-se um adulto com pouca consciência das próprias expressões, da música, da dança, da própria voz e da forma de seus gestos.
Tendemos a substituir esta experiência concreta e real por mil conselhos (preconceitos) sobre o que é direito e o que não é, o que é certo, de quem é a culpa, quem deve ou não deve, mais todas as frases feitas relativas a tudo o que os pais devem ensinar a seus filhos. Tudo por demais desligado da experiência infantil da linguagem não verbalizada e, pois, de sua compreensão verdadeira. Fabricação de papagaios a falar sem saber o que estão dizendo, ou gravações em cd/dvd, para eternizar a insensatez coletiva, tipo os flashes mob que se espalham pelo mundo.
O uso da simbologia é uma forma de comunicação não verbal, como a sinalização, logotipos, ícones - que são símbolos gráficos constituídos basicamente de formas, cores e tipografia. Através da combinação destes elementos gráficos é possível exprimir idéias e conceitos numa linguagem figurativa ou abstrata; o grau de conhecimento de cada pessoa é que determina qual a sua capacidade de interpretação da linguagem não verbalizada. A interpretação pode também estar mais ou menos relacionada fisicamente com o objeto ou idéia que representa, podendo não só ter uma representação gráfica ou tridimensional como também sonora ou mesmo gestual, como a dança por exemplo.
 
As cores mais utilizadas neste processo são àquelas de maior contraste cromático, tais como: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, branco e preto, tanto isoladamente como combinadas entre si. Um exemplo, é o uso de amarelo e preto para comunicações na área de segurança rodoviária.
A linguagem não verbal é toda e qualquer comunicação em que não se usa palavras para explicar a mensagem desejada. Por exemplo: Você está em um ambiente fechado, onde existe uma placa de proibido fumar e nenhum nome referindo-se a placa. Você sabe que aquela sinalização significa que é proibido fumar, sem que não haja nenhum nome de identificação. O Símbolo do masculino e feninino e o semáforo também são bons exemplos dessa linguagem.
Existem diversas textos não verbais no nosso dia-a-dia. Não necessariamente eles precisam estar contidos em placas de sinalização. É muito comum encontrarmos também em charges, comerciais e revistas.
O objetivo de uma linguagem não verbal é fazer com que você descubra a mensagem que aquele texto quer mostrar. Vale ressaltar que a linguagem não verbal tem que ser bem elaborada (em caso de um anúncio de produto principalmente), para que não haja ambiguidade ou que a mensagem não seja passada realmente. A linguaguem NÃO verbal tem o grande poder de prender a atenção do leitor bem mais do que um texto comum. 
 
E prestem bastante atenção nas linguagens não verbais, pois como diz o ditado “Uma imagem vale mais que mil palavras”.
 - genilsonaraujo.wordpress.com/ Wikipedia.org/ desvendandocodigos.blogspot.com/ nalu.in/ blog.andalik.com.b

Confusão causada pelo Ruído - TRIPÉ?!!!

Olha a confusão que uma conclusão precipitada pode causar.
Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, fim dos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho.

Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um casal:

MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!
MARIDO: É... Querida e, infelizmente não tivemos um filho sequer.
MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente?
MARIDO: Não sei... Talvez mandem.
MULHER: E se ele vier?
MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada.
MULHER: E eu, menos ainda...
MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho.

Logo após a saída do MARIDO, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!! A MULHER abriu e encontrou um HOMEM de boa aparência à espera. (Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida, mas que por um engano, errara o endereço procurado.) E o seguinte diálogo se seguiu:

HOMEM: Bom dia! Eu sou... 
MULHER: Ah, já sei! Pode entrar. 
HOMEM: Obrigado. Seu esposo está em casa? 
MULHER: Não. Ele foi trabalhar. 
HOMEM: Presumo que esteja a par da minha vinda aqui?!... 
MULHER: Sim, o meu marido também já está sabendo de tudo. E, eu concordo. 
HOMEM: Ótimo. Então vamos começar.
MULHER: Mas já? Tão rápido... 
HOMEM: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar, ainda hoje. 
MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta? 
HOMEM: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer!
MULHER: Então vamos começar. Como faremos e onde você prefere?
HOMEM: Permita-me sugerir: - Uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá e, uma em pé ao lado da mesinha do telefone.
MULHER: Serão necessárias tantas?
HOMEM: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa.
MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
HOMEM: - Não, mas tenho comigo uma variedade de amostras do meu trabalho e... (mostrou algumas fotos de crianças). - Não são lindas??
MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez?
HOMEM: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público?
HOMEM: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
MULHER: Eu não teria coragem!!!
HOMEM: Esta aqui foi em cima do ônibus.
MULHER: Cacilda!!!
HOMEM: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
MULHER: Claro, eu imagino!
HOMEM: Esta foi feita no inverno, em um parque de Diversões.
MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
HOMEM: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em volta. Quase não consegui acabar.
MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando.
HOMEM: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me der licença, eu preciso armar o tripé.
MULHER: TRIPÉ?!!!
HOMEM: Sim madame, pois o negócio, além de pesado, depois de armado mede quase um metro. MULHER desmaiou... Arranjos JB e Vovó Maria... - slideshare.net

Ruídos na Comunicação

O processo de comunicação nunca é perfeito. No decorrer de suas etapas sempre ocorrem perturbações que prejudicam o processo, no qual são denominados ruídos. Ruído é uma perturbação indesejável em qualquer processo de comunicação, que pode provocar perdas ou desvios na mensagem.

De acordo com Carvalho (1995, p. 82), o ruído é identificado na comunicação humana como o conjunto de barreiras, obstáculos, acréscimos, erros e distorções que prejudicam a compreensão da mensagem em seu fluxo: emissor x receptor e vice-versa. Isto significa que nem sempre aquilo que o emissor deseja informar é precisamente aquilo que o receptor decifra e compreende.

Segundo Gil (1994, p.34), entende-se por ruído qualquer fonte de erro, distúrbio ou deformação da fidelidade na comunicação de uma mensagem, seja ela sonora, visual, escrita etc. E é este o desafio das comunicações nas empresas e na nossa vida diária. - artigos.com

As barreiras da comunicação
  1. Seletividade: o emissor só ouve o que é do seu interesse ou o que coincida com a sua opinião;
  2. Egocentrismo: o emissor ou o receptor não aceita o ponto de vista do outro ou corta a palavra do outro, demonstrando resistência para ouvir;
  3. Timidez: a inibição de uma pessoa em relação a outra pode causar gagueira ou voz baixa, quase inaudível;
  4. Preconceito: a percepção indevida das diferenças socioculturais, raciais, religiosas, hierárquicas, entre outras;
  5. Descaso: indiferença às necessidades do outro.
Enfim, comunicar-se adequadamente é um desafio e uma condição para o bom relacionamento com o público, principalmente em situação de trabalho. - os-sem-livro-do-daniel.blogspot.com

Atividade Avaliativa 3 - Marketing Social

Relacione adequadamente responsabilidade social e marketing social.

DEFINIÇÃO:
Marketing social é a modalidade de ação mercadológica institucional que tem como objetivo principal atenuar ou eliminar os problemas sociais, as carências da sociedade relacionadas principalmente às questões de higiene e saúde pública, de trabalho, educação, habitação, transportes e nutrição.

Marketing Social pode ser definido como a gestão do processo de inovações de cunho social a partir da adoção de atitudes,comportamentos e práticas individuais e coletivas, orientadas de acordo com preceitos éticos, sendo estes fundamentados com base nos direitos humanos. O Marketing Social utiliza de técnicas mercadológicas e de conhecimentos, para adaptar-se a condição de que pode promover o bem estar social. Trabalha-se com metas claramente definidas, objetivos, metas mensuráveis, avaliações quantitativas e qualitativas, além de desenvolvimento de tecnologias sociais para segmentos específicos. Desta maneira o Marketing Social busca criar um conceito das inovações sociais que pretende introduzir, implementando estratégias, criando e planejando, além de executar as campanhas de comunicação para satisfazer necessidades que não estão sendo atendidas, estabelecendo novos paradigmas sociais.

A definição de marketing social é tão extensiva como o de “economia social” que, como é conhecido, abarca instituições muito diversas. Efectivamente, a actividade de instituições tão distintas como as organizações de utilidade pública, ONG, fundações, IPSSs, empresas comerciais com uma política de responsabilidade social e organizações sem fins lucrativos, direccionadas para a economia social. O Marketing Social consiste no uso de princípios e técnicas de marketing para persuadir determinados públicos-alvo, para que deliberadamente aceitem, rejeitem, alterem ou abandonem um comportamento para proveito de indivíduos, grupos ou da sociedade em geral. - Wikipédia

domingo, 21 de agosto de 2011

Atividade Avaliativa 2 - Responsabilidade Social

Explique o conceito de responsabilidade social empresarial, revelando em que medida essa noção implica mudanças nas relações entre empresas e sociedade.

DEFINIÇÃO:
Segundo o Livro Verde da Comissão Europeia (2001),a responsabilidade social é um conceito segundo o qual, as empresas decidem, numa base voluntária, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo. Com base nesse pressuposto, a gestão das empresas não pode, e/ou não deve, ser norteada apenas para o cumprimento de interesses dos proprietários das mesmas, mas também pelos de outros detentores de interesses como, por exemplo, os trabalhadores, as comunidades locais, os clientes, os fornecedores, as autoridades públicas, os concorrentes e a sociedade em geral. Afirma Carlos Cabral-Cardoso (2002)que o conceito de responsabilidade social deve ser entendido a dois níveis. O nível interno relaciona-se com os trabalhadores e, mais genericamente, a todas as partes interessadas afetadas pela empresa e que, por seu turno, podem influenciar no alcance de seus resultados. O nível externo tem em conta as conseqüências das ações de uma organização sobre os seus componentes externos, nomeadamente, o ambiente, os seus parceiros de negócio e meio envolvente. Fatores que originaram o conceito a RSE São diversos os fatores que deram origem à necessidade de se observar uma responsabilidade acrescida das organizações.Num contexto da globoalização e de mutação industrial em larga escala,emergiram novas preocupações e expectativas dos cidadãos,dos consumidores,das autoridades públicas e dos investidores.Os indivíduos e as instituições, como consumidores e/ou como investidores, adotam, progressivamente critérios sociais nas suas decisões (ex: os consumidores recorrem aos rótulos sociais e ecológicos para tomarem decisões de compra de produtos).Os danos causados ao ambiente pelas atividades econômicas,(ex: marés negras, fugas radioativas) tem gerado preocupações crescentes entre os cidadãos e diversas entidades coletivas,pressionando as empresas para a observância de requisitos ambientais e exigindo à entidades reguladoras,legislativas e governamentais a produção de quadros legais apropriados e a vigilância da sua aplicação.Os meios de comunicação social e as modernas tecnologias da informação e da comunicação têm sujeitado a atividade empresarial e econômica a uma maior transparência. Daqui tem resultado um conhecimento mais rápido e mais profundo das ações empresariais – tanto as socialmente irresponsáveis (nefastas) como as que representam bons exemplos (e que, por isso, são passíveis de imitação) – com consequências notáveis na reputação e na imagem das empresas. - Wikpédia