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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Cuidado com a publicidade do seu negócio


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Viver é comunicar

" [...] A comunicação não vive por si mesma, como algo separado da vida da sociedade. Sociedade e comunicação são uma coisa só. Não poderia existir comunicação sem sociedade, nem sociedade sem comunicação. A comunicação não pode ser melhor que sua sociedade nem está melhor que sua comunicação. (Bordenave, p. 16 e 17, 2006)".

Sendo assim, a comunicação está em todos os âmbitos de nossa vida, seja entre amigos, trabalho, ideologias, etc. Viver é comunicar, é compreender que tudo, absolutamente tudo é comunicação, seja na dança, no teatro, na mímica, nos símbolos, nas letras cotidianas ou cultas, tudo ao nosso redor nos informa de alguma coisa, tudo se comunica, pois viver é comunicar. - Wagner Miranda

Sucesso e fracasso são temporários; o que permanece é a competência!

Todos sonhamos com o sucesso e odiamos o fracasso, mas não existe sucesso nem fracasso eternos, a competência, ou o resultado desses autos e baixos é que permanece para nos dar maior visibilidade na próxima onda de oportunidades.

O sucesso é a soma de competência e talento com ação, sem a perda do entusiasmo. Os sonhos devem ser colocados na prática sem a perda do foco na conquista do seu objetivo, mesmo diante dos fracassos que certamente enfrentará.

O equilíbrio entre estes fatores – sucesso e fracasso visando o objetivo, que o ajudam a não perder o foco é a Comunicação com Ética. Aqui os dois se encontram, se unem e se tornam tão importantes um quanto o outro. Precisamos nos fazer entender com clareza, respeitando os direitos de cada um, sem usar o outro como escada. Aí sim as metas serão galgadas passo a passo, mesmo que em conta gotas, mas estabilizando estes passos para que os fracassos sejam apoio para melhorar a Comunicação com Ética e o sucesso torne-se realidade garantida. - Wagner Miranda

Sem uma boa comunicação: 'Silas'!!!

Até os animais se comunicam. Eles precisam entender as organizações do grupo. Em uma matilha, precisam saber a decisão do líder lobo que eles mesmo definiram como chefe e execultar com afinco o que for imposto. Os leões precisam se submeter ao mais forte e para isso deitam-se em submissão. As formigas entendem as mensagens via aromas expelidos pelos companheiros. ... Em todo o mundo animal a comunicação é excencial para a sobrevivência da espécie.

Como seres 'racionais', temos uma responsabilidade muito maior, pois além de ações para sobrevivência da espécie, precisamos conviver socialmente com todos os tipos de costumes, culturas, individualidades, passando nossa ideologia e absorvendo a de outrem.

E como vendedores - que é no que nos tornaremos - temos uma responsabilidade muito maior na comunicação, pois é com ela que definiremos se seremos um sucesso ou um fracasso. Sendo assim, sem uma boa comunicação: 'Silas'!!! - Wagner Miranda

domingo, 11 de setembro de 2011

Texto Empresarial

Diferentemente do texto jornalístico e do literário, a comunicação empresarial tem como seu principio fundamental gerar uma resposta objetiva àquilo que é transmitido. Ou seja, gerar uma ação.
 
A redação empresarial é uma ferramenta essencial a todos os tipos de negociação, pois, na maioria das vezes, o texto escrito é a expressão concreta de um fechamento de contrato, recibo ou correspondência confirmando o que foi conversado entre o negociante e o cliente. Nesses casos, embora a palavra seja importante, o que sempre prevalece é o escrito. Se o cliente der a resposta que se espera, o texto foi eficaz; se não, o texto tem de ser obrigatoriamente repensado e reescrito.
 
Sem dúvida, um bom domínio da língua portuguesa é uma primeira ferramenta importante no momento da elaboração do texto e para as demais formas de comunicação. A recomendação essencial é a tentativa de construção de um texto coeso, coerente, objetivo e bem redigido. A criatividade e o humor também podem ser elementos interessantes no momento de produção da mensagem, desde que bem utilizadas.

Os produtores ou emissores de textos empresariais devem estar cientes da importância da comunicação, sobretudo nas empresas, e do alto grau de responsabilidade da informação segura, precisa e ágil. Portanto, a credibilidade é outra característica indispensável a toda redação empresarial de qualidade. 
 
Nota: É importante saber que uma boa produção textual exige um bom domínio técnico da língua, prática, re-elaborações e re-leituras constantes. 

- scrittaonline.com.br - Fernanda Miguel e Laila Vanetti/ juarezfrmno2008sp.blogspot.com/

A dialética radical do poeta Ivan Junqueira

Nós todos usamos a linguagem, a maior parte do tempo, para pedir ou transmitir informações. Esse uso, mesmo quando é utilitário, não deixa de ser legítimo. Precisamos nos comunicar. Sinto uma necessidade dupla: quero que o outro (o interlocutor) me entenda e quero também entendê-lo.

A linguagem, contudo, não se limita a informar, não se reduz à função de comunicar dados e fatos, conhecimentos constituídos. Há uma dimensão constituinte na atividade humana. Os seres humanos estão constantemente modificando o mundo; eles inventam coisas novas, eles se inventam a si mesmos.
A linguagem deve dar conta não só das necessidades objetivas, mas também das necessidades subjetivas, que expressam nas palavras, nas imagens, nos sentimentos, nas sensações, nas emoções, nas intuições - em tudo que os seres humanos podem sentir diante do novo - a capacidade da humanidade de enriquecer sua linguagem. "O sentido subjetivo está na base da subversão de qualquer ordem que se queira impor ao sujeito ou à sociedade" - Fernando González

Indo um pouco mais fundo: expressam a capacidade da humanidade de se enriquecer através da linguagem.

Dizer melhor alguma coisa, senti-la melhor e pensá-la melhor são desafios interligados. Se o sujeito falha ao enfrentar um deles, ficará prejudicado em seu esforço de enfrentar os outros dois. Quem se exprime mal, em geral, está confuso tanto no plano do pensamento quanto no da sensibilidade.

Esse é um dos pontos que tornam extremamente necessária a discussão da importância da linguagem poética na sociedade contemporânea. As pessoas nem sempre percebem que a poesia não é mero entretenimento, brincadeirinha literária inconseqüente.

A dinâmica de uma sociedade que é posta a girar em torno do mercado (uma dinâmica que tende a transformar tudo em mercadoria, que põe um preço em todas as coisas) acarreta certo desprezo inevitável pelos valores qualitativos, quer dizer, pelos valores que expressam as qualidades - incomensuráveis! - dessa espécie tão criativa que é a dos seres humanos. - consciencia.net/ tce.ce.gov.br/ artigos.netsaber.com.br

Língua Falada e Língua Escrita

Não devemos confundir língua com escrita, pois são dois meios de comunicação distintos. A escrita representa um estágio posterior de uma língua. A língua falada é mais espontânea, abrange a comunicação linguística em toda sua totalidade. Além disso, é acompanhada pelo tom de voz, algumas vezes por mímicas, incluindo-se fisionomias. A língua escrita não é apenas a representação da língua falada, mas sim um sistema mais disciplinado e rígido, uma vez que não conta com o jogo fisionômico, as mímicas e o tom de voz do falante.

No Brasil, por exemplo, todos falam a língua portuguesa, mas existem usos diferentes da língua devido a diversos fatores. Dentre eles, destacam-se: 
  • Fatores regionais: é possível notar a diferença do português falado por um habitante da região nordeste e outro da região sudeste do Brasil. Dentro de uma mesma região, também há variações no uso da língua. No estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, há diferenças entre a língua utilizada por um cidadão que vive na capital e aquela utilizada por um cidadão do interior do estado.
  • Fatores culturais: o grau de escolarização e a formação cultural de um indivíduo também são fatores que colaboram para os diferentes usos da língua. Uma pessoa escolarizada utiliza a língua de uma maneira diferente da pessoa que não teve acesso à escola. 
  • Fatores contextuais: nosso modo de falar varia de acordo com a situação em que nos encontramos: quando conversamos com nossos amigos, não usamos os termos que usaríamos se estivéssemos discursando em uma solenidade de formatura. 
  • Fatores profissionais: o exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas línguas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas formas têm uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, químicos, profissionais da área de direito e da informática, biólogos, médicos, linguistas e outros especialistas.
  • Fatores naturais: o uso da língua pelos falantes sofre influência de fatores naturais, como idade e sexo. Uma criança não utiliza a língua da mesma maneira que um adulto, daí falar-se em linguagem infantil e linguagem adulta. - soportugues.com.br

Semelhanças e Diferenças na Linguagem

Uma diferença muito nítida vai encontrar no fato de que a linguagem verbal é linear. Isto quer dizer que seus signos e os sons que a constituem não se superpõem, mas se sucedem destacadamente um depois do outro no tempo da fala ou no espaço da linha escrita. Em outras palavras, cada signo e cada som são usados num momento distinto do outro. Essa característica pode ser observada em qualquer tipo de enunciado lingüístico. Na linguagem não-verbal, ao contrário, vários signos podem ocorrer simultaneamente. Se na linguagem verbal, é impossível conceber uma palavra encavalada em outra, na pintura, por exemplo, várias figuras ocorrem simultaneamente. Quando contemplamos um quadro, captamos de maneira imediata a totalidade de seus elementos e, depois, por um processo analítico, podemos ir decompondo essa totalidade.

O texto não-verbal pode em princípio, ser considerado dominantemente descritivo, pois representa uma realidade singular e concreta, num ponto estático do tempo. Uma foto, por exemplo, de um homem de capa preta e chapéu, com a mão na maçaneta de uma porta é descritiva, pois capta um estado isolado e não uma transformação de estado, típica da narrativa.

Mas podemos organizar uma seqüência de fotos em progressão narrativa, por exemplo, assim:

a) foto de um homem com a mão na maçaneta da porta;
b) foto da porta semi-aberta com o mesmo homem espreitando o interior de um aposento;
c) foto de uma mulher deitada na cama, gritando com desespero;

Como nessa seqüência se relata uma transformação de estados que se sucedem progressivamente, configura-se a narração e não a descrição. Essa disposição de imagens em progressão constitui recurso básico das histórias em quadrinhos, fotonovelas, cinema etc.

Sobretudo com relação a fotografia, ao cinema ou a televisão, pode-se pensar que o texto não-verbal seja uma cópia fiel da realidade. Também essa impressão não é verdadeira. Para citar o exemplo da fotografia, o fotógrafo dispõe de muitos expedientes para alterar a realidade: o jogo de luz, o ângulo, o enquadramento, etc.
A estatura do indivíduo pode ser alterada pelo ângulo de tomada da câmera, um ovo pode virar uma esfera, um rosto iluminado pode passar a impressão de alegria, o mesmo rosto, sombrio, pode dar impressão de tristeza. Mesmo o texto não-verbal, recria e transforma a realidade segundo a concepção de quem o produz. Nele, há uma simulação de realidade, que cria um efeito de verdade.

Os textos verbais podem ser figurativos (aqueles que reproduzem elementos concretos, produzindo um efeito de realidade) e não-figurativos (aqueles que exploram temas abstratos). Também os textos não-verbais podem ser dominantemente figurativos (as fotos, a escultura clássica) ou não-figurativos e abstratos. Neste caso, não pretendem sumular elementos do mundo real (pintura abstrata com oposições de cores, luz e sombra; esculturas modernas com seus jogos de formas e volumes). - fflch.usp.br/ coladaweb.com

Conceito de Linguagem

O termo linguagem designa um sistema organizado de sinais e símbolos, complexo, extenso e com propriedades particulares que desempenha uma função de codificação, estruturação e consolidação dos dados sensoriais, transmitindo-lhe um determinado sentido ou significado e permitindo ao homem comunicar as suas experiências e transmitir os seus saberes - é, portanto, um sistema de troca de informações. Além desta função de comunicação, a linguagem desempenha ainda outras funções, entre as quais a apelativa, expressiva, descritiva, estética, argumentativa e persuasiva.
 
Quando se fala em texto ou linguagem, normalmente se pensa em texto e linguagem verbais, ou seja, naquela capacidade humana ligada ao pensamento que se concretiza numa determinada língua e se manifesta por palavras (verbum, em latim). 
Mas, além dessa, há outras formas de linguagem, como a pintura, a mímica, a dança, a música e outras mais. Com efeito, por meio dessas atividades, o homem também representa o mundo, exprime seu pensamento, comunica-se e influencia os outros. Tanto a linguagem verbal quanto à linguagem não-verbal expressam sentidos e, para isso, utilizam-se de signos, com a diferença de que, na primeira, os signos são constituídos dos sons da língua (por exemplo, mesa, fada, árvore), ao passo que nas outras exploram-se outros signos,como as formas, a cor, os gestos, os sons musicais, etc.

Em todos os tipos de linguagem, os signos são combinados entre si, de acordo com certas leis, obedecendo a mecanismos de organização. - knoow.net/ etumos-sil.blogspot.com/ coladaweb.com 

sábado, 10 de setembro de 2011

Marketing X vendas

 
É comum nas grandes empresas estes dois departamentos serem separados e agirem de forma individual. Hoje já existe até um profissional específico que visa organizar a comunicação entre os dois setores. Uma grande empresa precisa de bons funcionários que falem uma só lingua no objetivo único de vender o produto que a empresa produz ou representa.
O departamento de vendas é o órgão vital de uma companhia, pois possibilita seu crescimento sustentado e, para alcançar este objetivo, é imprescindível a comunicação clara e simplista com todos os demais setores da empresa, especialmente o departamento de marketing.
Como tecnólogos imobiliários que pretendemos ser, precisamos não só entender este frágil equilíbrio, como conhecer em minúcia os produtos que iremos representar, pois um bom vendedor tem que ser um bom marketeiro; e tudo isso depende única e exclusivamente da comunicação. - Wagner Miranda [Comentário no Fórum]

domingo, 4 de setembro de 2011

Vícios de Linguagem - Ambiguidade

AMBIGUIDADE: É a possibilidade de uma mensagem ter dois sentidos. Ela geralmente é provocada pela má organização das palavras na frase. A ambiguidade é um caso especial de polissemia, a possibilidade de uma palavra apresentar vários sentidos em um contexto, a duplicidade de sentido em uma construção sintática. Ocorre geralmente, nos seguintes casos:

Má colocação do Adjunto Adverbial
  • Exemplo: Crianças que recebem leite materno frequentemente são mais sadias.
  • Ambiguidade: As crianças são mais sadias porque recebem leite frequentemente ou são frequentemente mais sadias porque recebem leite?
  • Eliminando a ambiguidade: Crianças que recebem frequentemente leite materno são mais sadias.  /  Crianças que recebem leite materno são frequentemente mais sadias.

Com pronome pessoal
  • Exemplo: O baterista não fala com o guitarista há dois meses. Motivo: ele é excêntrico, fala o que quer, parece um imperador que recebe seus súditos quando lhe dá na telha.
  • Ambiguidade: ELE = guitarista ou baterista? - falta de coesão
  • Eliminando a ambiguidade: O baterista não fala com o guitarista. Motivo: o líder do grupo é excêntrico…
  • Observação: Poderia usar “este” para referir-se ao mais próximo (guitarista) ou “aquele” o mais distante (baterista) ou  ainda poderia utilizar um sinônimo.
Com pronome demonstrativo
  • Exemplo: O chapéu protege você contra o sol, ponha isso na sua cabeça!
  • Ambiguidade: ISSO – chapéu ou a frase toda.
  • Eliminando a ambiguidade: O chapéu protege você contra o sol, ponha-o na sua cabeça!
  • Exemplo: O leão não quer nem saber… O governo não assumirá a responsabilidade pelos dados incorretos fornecidos pelos declarantes à Receita Federal e ainda pelas conseqüências desastrosas que esses trarão.
  • Ambiguidade: ESSES – dados incorretos  ou declarantes.
  • Eliminando a ambiguidade: O governo não assumirá a responsabilidade pelos dados incorretos fornecidos pelos declarantes à Receita Federal e ainda pelas conseqüências desastrosas que essas informações trarão.
Com pronome possessivo
  • Exemplo: O PT de Lula desentendeu-se com a oposição em face da sua política de contenção.
  • Ambiguidade: SUA – PT de Lula ou à oposição.
  • Eliminando a ambiguidade: O PT de Lula desentendeu-se com a oposição em face da política de contenção do governo.
  • Exemplo: Os vizinhos do atacante Romário comunicaram à imprensa o seu afastamento do clube…
  • Ambiguidade: SEU – dos vizinhos ou de Romário.
  • Eliminando a ambiguidade: Os vizinhos do atacante Romário comunicaram à imprensa que o craque afastou-se do clube…
Uso Incorreto do Pronome Relativo
  • Exemplo: Gabriela pegou o estojo vazio da aliança de diamantes que estava sobre a cama.
  • Ambiguidade: O que estava sobre a cama: o estojo vazio ou a aliança de diamantes?
  • Eliminando a ambiguidade: Gabriela pegou o estojo vazio da aliança de diamantes a qual estava sobre a cama.  /  Gabriela pegou o estojo vazio da aliança de diamantes o qual estava sobre a cama.
  • Observação: Neste exemplo, pelo fato de os substantivos estojo e aliança pertencerem a gêneros diferentes, resolveu-se o problema substituindo os substantivos por o qual / a qual. Se pertencessem ao mesmo gênero, haveria necessidade de uma reestruturação diferente.
  • Exemplo: Fernando Pessoa foi genial, criou vários heterônimos, cada um deles com um estilo próprio; os mais famosos são Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Eis a obra de um poeta, que todos deveríamos respeitar.
  • Ambiguidade: QUE – pode retomar – poeta  ou obra.
  • Eliminando a ambiguidade: Poderia ter usado – o qual ( poeta) ou a qual (obra).

    Má Colocação de Pronomes, Termos, Orações ou Frases
    • Exemplo: Aquela velha senhora encontrou o garotinho em seu quarto.
    • Ambiguidade: O garotinho estava no quarto dele ou da senhora?
    • Eliminando a ambiguidade: Aquela velha senhora encontrou o garotinho no quarto dela.           /      Aquela velha senhora encontrou o garotinho no quarto dele.
    • Exemplo: Sentado na varanda, o menino avistou um mendigo.
    • Ambiguidade: Quem estava sentado na varanda: o menino ou o mendigo?
    • Eliminando a ambiguidade: O menino avistou um mendigo que estava sentado na varanda            /       O menino que estava sentado na varanda avistou o mendigo
    Decorrente do duplo sentido da palavra (que varia no contexto em que é inserida)
    • Exemplo: A saúde não tem remédio!
    • Ambiguidade: xarope, comprimido (sentido literal) ou solução (sentido conotativo).
    • Eliminando a ambiguidade: Interpretação 1 – O governo não tem estoque de remédios.
      Interpretação 2 – A saúde, no país, não tem solução.
      OUTROS EXEMPLOS DE AMBIGUIDADE:



      Placa Informativa:
      Não dá para saber se a família está de mudança ou se a família é muda, de deficiencia física.





      Ambiguidade no Portal de Notícias G1/Globo.com

      Afinal de contas, foi o membro do Jota Quest que espancou um travesti até a morte?




      Placa localizada na Praça da Liberdade em Belo Horizonte-MG

      Recolher as fezes de quem? Do cão ou do condutor?




       Placa informativa:

      Corta o cabelo e pinta ou corta o cabelo e castra o indivíduo?


      • Exemplo: "Onde está a vaca da sua avó?" (Que vaca? A avó ou a vaca criada pela avó?)
      • Exemplo: "Onde está a cachorra da sua mãe?" (Que cachorra? A mãe ou a cadela criada pela mãe?)
      • Exemplo: "Este líder dirigiu bem sua nação"("Sua"? Nação da 2ª ou 3ª pessoa (o líder)?)
      • Exemplo: "Venceu o Brasil a Argentina" (Quem foi o vencedor: o Brasil ou a Argentina?)
      • Exemplo: "Meu pai foi à casa de José em seu carro" (No carro de quem, de José ou do pai?)
      • Exemplo: "Na década de 70, os jogadores do Vasco não levavam os treinos a sério, como acontecia no Cruzeiro." (O que acontecia no Cruzeiro? O autor da frase quis equiparar os jogadores do Cruzeiro aos do Vasco ou, ao contrário, quis fazer uma oposição, afirmando que os cruzeirenses levavam os treinos a sério, diferentemente dos vascaínos?)
      • Exemplo: "João deixou as pessoas felizes." (João deixou felizes as pessoas ou deixou as pessoas que eram felizes?)
      • Exemplo: “O professor falou com o aluno parado na sala” (Quem estava parado na sala? O aluno ou o professor?)
      • Exemplo: “A polícia cercou o ladrão do banco na rua Santos.” (O banco ficava na rua Santos, ou a polícia cercou o ladrão nessa rua?)
      • Exemplo: “Pessoas que consomem bebidas alcoólicas com freqüência apresentam sintomas de irritabilidade e depressão.” (“As pessoas que, com freqüência, consomem bebidas alcoólicas apresentam sintomas de irritabilidade e depressão” ou “As pessoas que consomem bebidas alcoólicas apresentam, com freqüência, sintomas de irritabilidade e depressão”)
      • Exemplo: “O PT de Lula desentendeu-se com a oposição em face da sua política de contenção.” (SUA – PT de Lula ou à oposição. "O PT de Lula desentendeu-se com a oposição em face da política de contenção do governo")
      • Exemplo: “Os vizinhos do atacante Romário comunicaram à imprensa o seu afastamento do clube…” (SEU – dos vizinhos ou de Romário. "Os vizinhos do atacante Romário comunicaram à imprensa que o craque afastou-se do clube…”)
      • Exemplo: “Os vizinhos do atacante Romário comunicaram à imprensa o seu afastamento do clube…” (SEU – dos vizinhos ou de Romário. "Os vizinhos do atacante Romário comunicaram à imprensa que o craque afastou-se do clube…”)

        1. Obs 1: O pronome possessivo "seu(ua)(s)" gera muita confusão por ser geralmente associado ao receptor da mensagem.
        2. Obs 2: A preposição "como" também gera confusão com o verbo "comer" na 1ª pessoa do singular.
        A ambiguidade normalmente é indesejável na comunicação unidirecional, em particular na escrita, pois nem sempre é possível contactar o emissor da mensagem para questioná-lo sobre sua intenção comunicativa original e assim obter a interpretação correta da mensagem. Uma das estratégias para evitar esses problemas é revisar os textos. Uma redação de boa qualidade depende muito do domínio dos mecanismos de construção da textualidade e da capacidade de se colocar na posição do leitor.

        Ambiguidade como Recurso Estilístico

        Em certos casos, a ambigüidade pode se transformar num importante recurso estilístico na construção do sentido do texto. O apelo a esse recurso pode ser fundamental para provocar o efeito polissêmico do texto. Os textos literários, de maneira geral (como romances, poemas ou crônicas), são textos com predomínio da linguagem conotativa (figurada). Nesse caso, o caráter metafórico pode derivar do emprego deliberado da ambigüidade.

        Podemos verificar a presença da ambigüidade como recurso literário analisando a letra da canção “Jack Soul Brasileiro”, do compositor Lenine.

        Ambiguidade em Textos Publicitários - Veja Mais

        Na publicidade, é possível observar o “uso e o abuso” da linguagem plurissignificante, por meio dos trocadilhos e jogos de palavras. Esse procedimento visa chamar a atenção do interlocutor para a mensagem. Para entender melhor, vamos analisar a seguir um anúncio publicitário, veiculado por várias revistas importantes.

        Sempre presente Ferracini Calçados

        O slogan “Sempre presente” pode apresentar, de início, duas leituras possíveis: "o calçado Ferracini é sempre uma boa opção para presentear alguém"; ou, ainda, "o calçado Ferracini está sempre presente em qualquer ocasião", já que, supõe-se, pode ser usado no dia-a-dia ou em uma ocasião especial. 

        - pt.wikipedia.org/ brasilescola.com/ essagalinhatadearte.tumblr.com/ filologia.org.br/ desciclopedia.org/ portuguescolegiao.wordpress.com
         

        Linguagem não verbal mal compreendida

        Placa norueguesa informando ser proibido subir na mureta, pois pode ser atacado pelo animal... Que animal é esse mesmo?
        Entendi: Não sirva o seu filho como alimento para o Lobisomem!

        Placa americana informando sobre o risco de ser atingido por um avião. 
        Entendi: Perigo - Aviões quicando

        Placa informando que é proíbido roubar peixe. 
        Entendi: Proíbido correr com o peixe!

        Placas tentando informando que as crianças devem ficar junto do adulto. 
        Entendi: Fiquem quietos. É proibido dançar no sofá!

        Placa informando que crianças, mulheres e homens devem subir pelas escadas. 
        Entendi: Permitido dançar macarena próximo das escadas

        A Comunicação Empresarial e seus Profissionais

        Com a inclusão das classes menos favorecidas no âmbito comercial, da popularização do conhecimento, das novas 'linguagens' criadas via globalização e do crescimento acelerado das tecnologias gerando mudanças bruscas no mundo comercial, a comunicação empresarial passou a abranger um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos no sentido de estabilizar a imagem de uma empresa neste mercado novo com diferentes públicos com suas culturas e linguagens particulares.

        O profissional da atualidade não pode ter apenas conhecimento e habilidades em seu curriculo, mas também uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Aquele que se limita ao conhecimento técnico de seu setor, fica para trás na corrida profissional e pode não encontrar mercado de trabalho. O conhecimento digital e suas formas de comunicação são indispensáveis para um bom profissional se encontrar neste novo mercado de trabalho.

        Dessa forma, as empresas precisam não apenas que seus funcionários tenham um poder de comunicação abrangente com conhecimentos da diversificação de canais e sua intensa digitalização que levam à uma onipresença das marcas nas vidas das pessoas, mas que saibam exatamente o que e como estão fazendo para facilitar a fixação de conteúdos ou sua diferenciação da marca que ele representará.

        A Comunicação Empresarial já desempenha papel fundamental, definindo-se como estratégica para as organizações, superada a fase anterior, em que suas ações, produtos e profissionais eram vistos como acessórios, descartáveis ao primeiro sinal de crise. - Wagner Miranda

        domingo, 28 de agosto de 2011

        Funções de Linguagem: Excertos de Jakobson

        Para melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação. a partir deles, Jakobson distinguiu seis funções de linguagem, relacionando cada uma delas a um dos componentes do processo comunicativo. Desta forma, em cada ato de fala, dependendo de sua finalidade, destaca-se um dos elementos da comunicação, e, por conseguinte, uma das funções da linguagem.
         
        A seguir, temos um exemplo de excertos retirados de Linguística e Comunicação de Jakobson, quando este explica o conceito das funções da linguagem:


        Cada um desses seis fatores determina uma diferente função da linguagem. Embora distingamos seis aspectos básicos da linguagem, dificilmente lograríamos, contudo, encontrar mensagens verbais que preenchessem uma única função. A diversidade reside não no monopólio de alguma dessas diversas funções, mas numa diferente ordem hierárquica de funções. A estrutura verbal de uma mensagem depende basicamente da função predominante.


        - jackbran.pro.br

        segunda-feira, 22 de agosto de 2011

        Funções da Linguagem

        Função Emotiva (ou expressiva)
        Centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Observa-se, através dessa função, o envolvimento pessoal do emissor, que comunica sentimentos inquietações, emoções, avaliações e opiniões centradas na expressão da 1ª pessoa do singular (eu), do seu mundo interior. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor, porque apresentam uma linguagem subjetiva que enfoca as próprias sensações do emissor.
        • Por exemplo: “Porém meus olhos não perguntam nada./ O homem atrás do bigode é sério, simples e forte./ Quase não conversa./ Tem poucos, raros amigos/ o homem atrás dos óculos e do bigode.” (Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)
        • Por exemplo 2: O criador de uma charge pode expor sua opinião de uma maneira cômica.
         

        Função Referencial (ou denotativa)
        Essa função ocorre quando o destaque na comunicação é o referente, ou seja, o objeto da mensagem ou a situação nela abordada, onde o emissor procura oferecer informações da realidade, sobre o referente, oferecendo uma mensagem objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Essa função é usada para informar. Linguagem usada nas notícias de jornal, textos científicos e didáticos.
        • Por exemplo: “Bancos terão novas regras para acesso de deficientes”. O Popular, 16 out. 2008.

        Função Conativa (ou apelativa)
        Centraliza-se no receptor; é usada quando o objetivo da transmissão da mensagem é persuadir, influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas publicitárias que se dirigem diretamente ao consumidor, cuja finalidade é envolver o leitor, influenciar o seu comportamento e seduzi-lo com uma mensagem persuasiva. Essa função aparece muito na capa de jornais, revistas, propagandas e outros.
        • Por exemplo: Não perca a chance de ir ao cinema pagando menos!
          (A persuasão é usada para levar clientes até o cinema ou a uma loja)

        Função Fática
        Centralizada no canal de comunicação, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor através de cumprimentos ("Olá!", "Como vai?", "Bom dia!"), testando a eficiência do canal ("Entende?", "Câmbio!", "Está me ouvindo?"), ou numa abordagem coloquial objetiva e rápida ("Está tudo bem?", "Você precisa de ajuda?"). Aparece com mais freqüência em nosso dia-a-dia, já que uma de suas características é chamar atenção, manter contato usando diferentes formas como ruídos, repetições, etc. É muito utilizada em meios de comunicação de massa, linguagem das falas telefônicas, saudações e similares.
        • Por exemplo:
        • Num diálogo: “Está entendendo?”. Ao telefone: “Oi” / “Alô”. O “ahhh...muleeeque!!!” dá a frase sentido de estar gritando.
        • -Oi.
          -E aí?
          -E aí?
          -Bom...Eu perguntei primeiro.
          -EU perguntei primeiro.
          -Ãh...
          -...
          -Você não entende o que eu falo?
          -Hã!?
          -Simplesmente me ignora então?
          -Oi?
          -Que chato,véi..

        Função Poética
        Centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Ocorre quando se enfatiza a mensagem ou o texto, quando é trabalhada a própria linguagem. A ênfase recai sobre a construção do texto, a seleção e a disposição de palavras no texto. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em poemas, mas aparece também em obras literárias diversas como prosa, letras de música, em algumas textos publicitários, etc.
        • Por exemplo: negócio/ego/ócio/cio/
          Na poesia acima “Epitáfio para um banqueiro”, José de Paulo Paes faz uma combinação de palavras que passa a ideia do dia a dia de um banqueiro, de acordo com o poeta.

        Função Metalingüística
        Centralizada essencialmente no código, usando a linguagem para falar dela mesma. O objetivo da mensagem é referir-se à própria linguagem. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Podem-se encontrar exemplos dessa função em uma cena de filme que analise o cinema, em verbetes de dicionários - repositórios de metalinguagem, em textos que estudem e analisem outros textos (por exemplo, definições de assuntos gramaticais em gramáticas). O próprio jornal corrige erros de seu próprio cógido (errata).
        • Por exemplo: “Pegue um jornal
          Pegue a tesoura.
          Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
          Recorte o artigo.”
          Este trecho da poesia, intitulada “Para fazer um poema dadaísta” utiliza o código (poema) para explicar o próprio ato de fazer um poema.

        Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo. 
        • Por exemplo:
          FUNÇÃO METALINGUÍSTICA: A placa refere a ela mesma.
          FUNÇÃO FÁTICA: Utiliza a palavra "AVISO" para avisar.
          FUNÇÃO APELATIVA: "Não remova este aviso". 


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        Linguagem NÃO Verbal

        É bom começar lembrando ser esta linguagem natural; é a usada pelos animais. Eles percebem e reagem, certamente sem falar, e é clara sua competência em alguma forma de comunicação.
        Quem tem cão sabe muito bem o quanto eles se fazem entender. Crianças, até muitos meses de idade, se exprimem através de movimentos e sons variados quase sempre fáceis de entender quando se percebe bem a situação. Mas as pessoas, viciadas nas palavras e pouco treinadas na observação, acham difícil entender os sinais emitidos pelos pequenos. A maior parte dos adultos sente grande alívio quando a criança começa a dizer o que sente, quer ou precisa.
        Como bichinho saudável, a criança se interessa por tudo, quer mexer em todas as coisas, ir a todos os lugares, experimentar o quanto lhe é possível com as mãos, os olhos, a boca, o corpo todo. Ela precisa “encher” o cérebro de experiências, sem as quais nada pode fazer. A ausência desta experiência "não verbal" a levará a tornar-se um adulto com pouca consciência das próprias expressões, da música, da dança, da própria voz e da forma de seus gestos.
        Tendemos a substituir esta experiência concreta e real por mil conselhos (preconceitos) sobre o que é direito e o que não é, o que é certo, de quem é a culpa, quem deve ou não deve, mais todas as frases feitas relativas a tudo o que os pais devem ensinar a seus filhos. Tudo por demais desligado da experiência infantil da linguagem não verbalizada e, pois, de sua compreensão verdadeira. Fabricação de papagaios a falar sem saber o que estão dizendo, ou gravações em cd/dvd, para eternizar a insensatez coletiva, tipo os flashes mob que se espalham pelo mundo.
        O uso da simbologia é uma forma de comunicação não verbal, como a sinalização, logotipos, ícones - que são símbolos gráficos constituídos basicamente de formas, cores e tipografia. Através da combinação destes elementos gráficos é possível exprimir idéias e conceitos numa linguagem figurativa ou abstrata; o grau de conhecimento de cada pessoa é que determina qual a sua capacidade de interpretação da linguagem não verbalizada. A interpretação pode também estar mais ou menos relacionada fisicamente com o objeto ou idéia que representa, podendo não só ter uma representação gráfica ou tridimensional como também sonora ou mesmo gestual, como a dança por exemplo.
         
        As cores mais utilizadas neste processo são àquelas de maior contraste cromático, tais como: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, branco e preto, tanto isoladamente como combinadas entre si. Um exemplo, é o uso de amarelo e preto para comunicações na área de segurança rodoviária.
        A linguagem não verbal é toda e qualquer comunicação em que não se usa palavras para explicar a mensagem desejada. Por exemplo: Você está em um ambiente fechado, onde existe uma placa de proibido fumar e nenhum nome referindo-se a placa. Você sabe que aquela sinalização significa que é proibido fumar, sem que não haja nenhum nome de identificação. O Símbolo do masculino e feninino e o semáforo também são bons exemplos dessa linguagem.
        Existem diversas textos não verbais no nosso dia-a-dia. Não necessariamente eles precisam estar contidos em placas de sinalização. É muito comum encontrarmos também em charges, comerciais e revistas.
        O objetivo de uma linguagem não verbal é fazer com que você descubra a mensagem que aquele texto quer mostrar. Vale ressaltar que a linguagem não verbal tem que ser bem elaborada (em caso de um anúncio de produto principalmente), para que não haja ambiguidade ou que a mensagem não seja passada realmente. A linguaguem NÃO verbal tem o grande poder de prender a atenção do leitor bem mais do que um texto comum. 
         
        E prestem bastante atenção nas linguagens não verbais, pois como diz o ditado “Uma imagem vale mais que mil palavras”.
         - genilsonaraujo.wordpress.com/ Wikipedia.org/ desvendandocodigos.blogspot.com/ nalu.in/ blog.andalik.com.b

        Confusão causada pelo Ruído - TRIPÉ?!!!

        Olha a confusão que uma conclusão precipitada pode causar.
        Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, fim dos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho.

        Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um casal:

        MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!
        MARIDO: É... Querida e, infelizmente não tivemos um filho sequer.
        MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente?
        MARIDO: Não sei... Talvez mandem.
        MULHER: E se ele vier?
        MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada.
        MULHER: E eu, menos ainda...
        MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho.

        Logo após a saída do MARIDO, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!! A MULHER abriu e encontrou um HOMEM de boa aparência à espera. (Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida, mas que por um engano, errara o endereço procurado.) E o seguinte diálogo se seguiu:

        HOMEM: Bom dia! Eu sou... 
        MULHER: Ah, já sei! Pode entrar. 
        HOMEM: Obrigado. Seu esposo está em casa? 
        MULHER: Não. Ele foi trabalhar. 
        HOMEM: Presumo que esteja a par da minha vinda aqui?!... 
        MULHER: Sim, o meu marido também já está sabendo de tudo. E, eu concordo. 
        HOMEM: Ótimo. Então vamos começar.
        MULHER: Mas já? Tão rápido... 
        HOMEM: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar, ainda hoje. 
        MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta? 
        HOMEM: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer!
        MULHER: Então vamos começar. Como faremos e onde você prefere?
        HOMEM: Permita-me sugerir: - Uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá e, uma em pé ao lado da mesinha do telefone.
        MULHER: Serão necessárias tantas?
        HOMEM: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa.
        MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
        HOMEM: - Não, mas tenho comigo uma variedade de amostras do meu trabalho e... (mostrou algumas fotos de crianças). - Não são lindas??
        MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez?
        HOMEM: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
        MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público?
        HOMEM: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
        MULHER: Eu não teria coragem!!!
        HOMEM: Esta aqui foi em cima do ônibus.
        MULHER: Cacilda!!!
        HOMEM: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
        MULHER: Claro, eu imagino!
        HOMEM: Esta foi feita no inverno, em um parque de Diversões.
        MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
        HOMEM: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em volta. Quase não consegui acabar.
        MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando.
        HOMEM: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me der licença, eu preciso armar o tripé.
        MULHER: TRIPÉ?!!!
        HOMEM: Sim madame, pois o negócio, além de pesado, depois de armado mede quase um metro. MULHER desmaiou... Arranjos JB e Vovó Maria... - slideshare.net

        Ruídos na Comunicação

        O processo de comunicação nunca é perfeito. No decorrer de suas etapas sempre ocorrem perturbações que prejudicam o processo, no qual são denominados ruídos. Ruído é uma perturbação indesejável em qualquer processo de comunicação, que pode provocar perdas ou desvios na mensagem.

        De acordo com Carvalho (1995, p. 82), o ruído é identificado na comunicação humana como o conjunto de barreiras, obstáculos, acréscimos, erros e distorções que prejudicam a compreensão da mensagem em seu fluxo: emissor x receptor e vice-versa. Isto significa que nem sempre aquilo que o emissor deseja informar é precisamente aquilo que o receptor decifra e compreende.

        Segundo Gil (1994, p.34), entende-se por ruído qualquer fonte de erro, distúrbio ou deformação da fidelidade na comunicação de uma mensagem, seja ela sonora, visual, escrita etc. E é este o desafio das comunicações nas empresas e na nossa vida diária. - artigos.com

        As barreiras da comunicação
        1. Seletividade: o emissor só ouve o que é do seu interesse ou o que coincida com a sua opinião;
        2. Egocentrismo: o emissor ou o receptor não aceita o ponto de vista do outro ou corta a palavra do outro, demonstrando resistência para ouvir;
        3. Timidez: a inibição de uma pessoa em relação a outra pode causar gagueira ou voz baixa, quase inaudível;
        4. Preconceito: a percepção indevida das diferenças socioculturais, raciais, religiosas, hierárquicas, entre outras;
        5. Descaso: indiferença às necessidades do outro.
        Enfim, comunicar-se adequadamente é um desafio e uma condição para o bom relacionamento com o público, principalmente em situação de trabalho. - os-sem-livro-do-daniel.blogspot.com

        domingo, 21 de agosto de 2011

        Atividade Avaliativa 3

        Realize a atividade abaixo, atentando-se à coesão e à coerência dos períodos.

        Um erro de concordância prejudica a coesão do texto, corrija os períodos abaixo – se necessário – quanto à concordância verbal e nominal.
        1. Ontem à noite, vimos uma grande placa na qual estava escrito: vende-se, em região aprazível e calma, ótimas casas a preço inigualável.
        2. A maior parte dos parlamentares negaram-se a assinar a CPI da corrupção, o que chocou a população do país.
        3. Pode ficar certo de que não haverão mais problemas entre nós.
        4. Todos se houveram bem nas provas, com exceção de Luís.
        5. Mais tarde as pessoas haveriam de comentar que a briga surgiu por motivos totalmente fúteis.
        6. Eu sabia que não pareciam mais haver razões para que nós nos odiássemos.
        7. Fazem alguns meses que elas foram embora para sempre.
        8. Deviam fazer uns dois dias que ele não aparecia na casa.
        9. Os pseudos-intelectuais me irritam com suas pretensas sabedorias.
        10. Ela mesmo afirmou que se julgava meia ignorante em relação a certos assuntos.

        Atividade Avaliativa: Estabilidade é empregabilidade

        A oportunidade de trabalho, resumida pela palavra emprego, é a somatória de capacitação, relacionamento e mercado. Se pudéssemos atribuir peso a cada uma dessas três vertentes, certamente o mercado tenderia a ser um pouco mais importante do que as duas outras. Isso porque é o mercado que dita as normas de absorção de mão-de-obra. Quando ele está competitivo, o que mais conta é a capacidade de realização, além de um bom relacionamento aliado a uma ampla estratégia de mercado.

        Vale dizer, portanto, que os que estão empregados devem se esmerar para manter a empregabilidade, principalmente nesses momentos de forte concorrência.

        A estes, temos alguns conselhos básicos:
        1. Participe constantemente dos programas de reciclagem profissional, pois as empresas "compram" a sua experiência e o seu conhecimento. Por isso, é importante você estar atualizado e mostrar o seu grau de atualização.
        2. Mantenha sempre ótimo o nível de relacionamento com seus superiores, especialmente junto ao seu superior imediato. Não se esqueça de que eles são fontes de indicação para promoção ou referências.
        3. Existe um ditado que diz que a galinha cacareja para que todo mundo saiba que foi ela quem botou o ovo. Assim, todas as vezes que você realizar um trabalho importante para a empresa, procure, com discrição, mostrar essa sua realização.
        4. Conhecimento de idiomas, principalmente o inglês, é um grande diferencial. Mesmo que na sua empresa atual isso não seja exigido, se você deseja tornar-se competitivo no mercado, pratique idiomas.
        5. Conhecimento de informática também é requisito importante nos processos de recrutamento e seleção.
        6. Desafios devem ser enfrentados e, sempre que possível, superados com êxito. Esteja sempre atento às oportunidades. Considere a possibilidade de mudar de área de atuação, se isso agregar valor à sua carreira.
        7. Procure mostrar resultados comprovados e canalizar sua energia para aquilo que é realmente importante e vai trazer resultados concretos, de preferência a curto prazo.
        8. Aproveite todas as oportunidades possíveis para fazer palestras ou apresentações para o público externo e também para representar a sua empresa em eventos externos. É uma forma de você demonstrar o seu potencial.
        9. Participe ativamente de equipes de trabalho, reuniões em grupos informais, associações, sindicatos patronais, câmaras de comércio ete. Esse é um dos meios para você manter atualizado o network (Rede de trabalho - Contatos).
        10. Se você receber um convite de um headhunter (Caça talentos) para concorrer a uma vaga, não recuse, e mesmo que você julgue que o momento não é o mais oportuno para mudar de emprego, verifique detalhadamente do que se trata. Pode ser a melhor oportunidade de sua vida.
        11. É preciso estar preparado para o que dizer na primeira abordagem do headhunter. O contato pode ocorrer no seu ambiente de trabalho, durante uma reunião, um almoço, ou ainda quando você estiver junto com o seu chefe. Nas residências, esses contatos costumam ser realizados à noite, ou aos sábados.
        12. Seja simpático: ainda que você recuse uma oferta, agradeça o convite e mantenha as portas abertas. É importante deixar boa impressão ao heodhunter, pois ele trabalha com muitos cargos e poderá lembrar de você em outra oportunidade.
        13. Invista nos relacionamentos: jamais dê respostas por telefone. Procure marcar uma reunião para, pessoalmente, buscar mais informações ou comunicar sua decisão. Não se esqueça de que nada substitui o contato pessoal e de que por meio dele você poderá deixar registrada a sua "marca", ou seja, a sua imagem. Essa reunião pode ser informal, um almoço ou jantar.
        Seguir esses conselhos, no todo ou em parte, depende de cada indivíduo. Cada um pode discernir o que fazer para manter-se no emprego ou buscar outra oportunidade. Nota-se, porém, que os itens aqui apresentados com grande freqüência aparecem nos depoimentos de gestores com alto índice de empregabilidade. Em outras palavras, são a base de atuação dos "com emprego". (Ricardo de A/meida Prado Xavier presidente da Manager Assessoria em Recursos Humanos Disponível em: . Acesso em: 18 dez. 2005.)

        QUESTÕES PARA SEREM RESPONDIDAS:
        1. Com base na leitura do texto acima, redija um pequeno texto em que você discuta a necessidade de desenvolver competência em comunicação oral e escrita.
        2. Componha uma lista de "10 mandamentos" de uso responsável da internet para distribuição a todos os funcionários de sua empresa.