quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Cuidado com a publicidade do seu negócio
Marcadores:
Comunicação
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Atividade Avaliativa III - Negócios Imobiliários
- Objetivo desta atividade:
a) Conhecer aspectos importantes do exercício da profissão do corretor de imóveis (Código de Ética, Remuneração, Encargos, entre outros);
b) Conhecer os órgãos fiscalizadores e órgãos de classe do exercício da profissão de corretor de imóveis;
c) Conhecer quatro tipos de Cartórios Públicos de interesse para esta disciplina e suas finalidades;
d) Aprender quais são as principais atribuições do Cartório de Registro de Imóveis;
e) Diferenciar as funções do Tabelião e do Oficial de Cartório;
f) Conhecer os métodos de avaliação de imóveis mais utilizados no mercado atualmente.
- Com isso você será capaz de (habilidades desenvolvidas):
Ser um profissional do ramo de imóveis diferenciado, pois, terá o amplo conhecimento do mercado imobiliários, bem como, a habilidade para resolver contingências inerentes a profissão e determinar os atores do processo.
--------------------------------------------------------------
1. O que é over-price no ramo imobiliário?
2. O que significa CRECI, COFECI e SECOVI?
3. Explique as atribuições do Sistema COFECI-CRECI.
4. Quais são as funções do Registro Público de Imóveis?
a) Conhecer aspectos importantes do exercício da profissão do corretor de imóveis (Código de Ética, Remuneração, Encargos, entre outros);
b) Conhecer os órgãos fiscalizadores e órgãos de classe do exercício da profissão de corretor de imóveis;
c) Conhecer quatro tipos de Cartórios Públicos de interesse para esta disciplina e suas finalidades;
d) Aprender quais são as principais atribuições do Cartório de Registro de Imóveis;
e) Diferenciar as funções do Tabelião e do Oficial de Cartório;
f) Conhecer os métodos de avaliação de imóveis mais utilizados no mercado atualmente.
- Com isso você será capaz de (habilidades desenvolvidas):
Ser um profissional do ramo de imóveis diferenciado, pois, terá o amplo conhecimento do mercado imobiliários, bem como, a habilidade para resolver contingências inerentes a profissão e determinar os atores do processo.
--------------------------------------------------------------
1. O que é over-price no ramo imobiliário?
2. O que significa CRECI, COFECI e SECOVI?
3. Explique as atribuições do Sistema COFECI-CRECI.
4. Quais são as funções do Registro Público de Imóveis?
Marcadores:
Op Imob
Atividade Avaliativa II - Negócios Imobiliários
- Objetivo desta atividade:
a) Entender a amplitude e os tipos dos Serviços;
b) Conhecer conceitos de Negociação apresentados do ponto de vista de diferentes autores, e a classificação para os diferentes tipos de negociadores;
c) Aprender sobre as habilidades necessárias para um bom negociador no desempenho de suas atividades;
d) Conhecer os mitos mais comuns da Negociação;
e) Aprender a planejar uma negociação;
f) Conhecer o processo de negociação e como este processo pode ser útil para as operações imobiliárias.
- Com isso você será capaz de (habilidades desenvolvidas):
Negociar com técnica e profissionalismo, atingindo metas pessoais de desempenho, além de conquistar os objetivos profissionais da profissão.
a) Entender a amplitude e os tipos dos Serviços;
b) Conhecer conceitos de Negociação apresentados do ponto de vista de diferentes autores, e a classificação para os diferentes tipos de negociadores;
c) Aprender sobre as habilidades necessárias para um bom negociador no desempenho de suas atividades;
d) Conhecer os mitos mais comuns da Negociação;
e) Aprender a planejar uma negociação;
f) Conhecer o processo de negociação e como este processo pode ser útil para as operações imobiliárias.
- Com isso você será capaz de (habilidades desenvolvidas):
Negociar com técnica e profissionalismo, atingindo metas pessoais de desempenho, além de conquistar os objetivos profissionais da profissão.
-----------------------------------------------------------
QUESTIONÁRIO
1. O que é fidelidade do consumidor?
2. Cite três características que compõem o perfil do negociador e explique como estas habilidades podem auxiliar os corretores de imóveis no desempenho de suas atividades?
3. Cite pelo menos três MITOS da negociação
4. Cite cinco princípios que são pilares para a constituição dos contratos.
Marcadores:
Op Imob
Mitos da Negociação
Quando o assunto é negociação, corremos o risco de considerar situações que muitas vezes podem ser falsas ou improcedentes.
“O cliente sempre pode pagar mais": É muito relativo. Às vezes o cliente nem pode pagar. Existem sim os clientes que PODEM pagar mais, mas tudo deve ser levado em consideração, já que as aparências muitas vezes enganam. Nem sempre o bonitão tem dinheiro, e muitas vezes o fedorento maltrapilho é um tio Patinhas da vida real!
“A maior pressão para fazer concessão é sempre para meu lado”: Em negociação, sempre existe um jogo de forças em que as pressões ocorrem de forma equilibrada tendo como pano de fundo objetivos diferentes. Se for analisada desta forma, haverá maiores possibilidades de fazer concessões em ambas as partes e a negociação tende a fluir melhor. Busque também identificar as efetivas necessidades do outro lado, pois, assim procedendo, você poderá ter uma ideia melhor das pressões as quais ele está submetido.
“O calote é a regra do mercado”: Só conseguimos evitar cercando o cliente numa espécie de triângulo mágico: proposta, documentação e excelente trabalho.
“O tipo de negócio determina a forma de negociar”: Uma boa metodologia sempre servirá para qualquer tipo de negociação e para todo e qualquer tipo de negócio, mas isso não isenta o negociador de conhecer o negócio e a pessoa com quem negocia.
“Não há dois vencedores numa mesma negociação”: Esta é uma das maiores inverdades sobre o tema. Em primeiro lugar, vamos lembrar que há várias moedas (valores) envolvidas numa negociação, tais como dinheiro, status, consideração, prestígio, etc.; pode-se não ganhar tanto dinheiro como a outra parte, mas o prestígio e o status também contam para o grau de satisfação. Durante a negociação, o ganha-ganha também está extremamente relacionado com os objetivos e necessidades do outro lado.
“Você é um ser desapegado dessa coisa material chamada dinheiro”: Quem é o mago que vive sem o tal do dindin!? Se você mora numa cidade ou numa roça e não é um eremita perdido no meio da selva, como pretende alcançar objetivos sem dinheiro!? Como quer ser um bom negociador sem uma boa aparencia, com a luz a cortar, com a barriga nas costas por não comer... Quem é o 'Merlin'!?
“Em negociação é mais importante falar do que ouvir”: Desde nossa infância somos educados para falar muito mais do que ouvir, como se, assim procedendo, fosse possível convencer mais rapidamente a outra parte, nem que seja pelo cansaço. Em negociação, ouvir é tão importante quanto falar. É ouvindo que identificamos as necessidades e expectativas da outra parte; é quando obtemos informações valiosas para estabelecermos uma ponte entre a nossa argumentação e as necessidades e argumentações da outra parte. Quem tem paciência para ouvir primeiro e falar depois, certamente terá maiores chances de fazer uma boa negociação.
“É importante conhecer as fraquezas do outro negociador para poder usá-las durante a negociação”: As pesquisas provam que qualquer argumentação embasada nas fraquezas da outra parte tende a tornar esta outra parte mais defensiva e menos propensa a negociar.
“Não existe tabela para serviços”: Existe sim. Quase todas as instituições representativas de classe têm a sua. Só uma coisa: elas são médias meio grosseiras da realidade e têm o péssimo hábito de serem atualizadas anos depois das mudanças de mercado. São uma referência, tanto quanto uma camiseta da MonaLisa é uma referência à obra do Leonardo DaVinci.
“Existe um estilo ideal para negociação”: Os estilos variam de acordo com as características dos outros negociadores e das circunstâncias e momento da negociação.
“Cobrar pouco vai queimar sua reputação”: Também é muito variável, já que depende da reputação que se quer ou se pode construir. Cobrar mais barato pode ser uma estratégia, mas deve-se levar em conta os lucros. Pode-se reduzir os lucros, mas não se deve trabalhar de graça!
Eu tenho meus serviços caros mas, estrategicamente, aceito pequenas tarefas que mantenham um fluxo de caixa sempre corrente. Então cobrar pouco é mais uma questão de perguntar o que é pouco para você. No caso imobiliário, é melhor vender uma casa por ano garantindo um lucro de quinze mil ou vender uma casa por mês lucrando dois mil!?
Eu tenho meus serviços caros mas, estrategicamente, aceito pequenas tarefas que mantenham um fluxo de caixa sempre corrente. Então cobrar pouco é mais uma questão de perguntar o que é pouco para você. No caso imobiliário, é melhor vender uma casa por ano garantindo um lucro de quinze mil ou vender uma casa por mês lucrando dois mil!?
http://www.empregoerenda.com.br/paginas/548 / http://webinsider.uol.com.br/2004/11/26/os-cinco-mitos-da-negociacao-do-freelancer/ / http://pt.scribd.com/doc/51245205/5/OS-MITOS-DA-NEGOCIACAO
Marcadores:
Op Imob
Características de um bom Negociador
São muitas as características que definem o bom negociador e que o diferenciam do “negociador agressivo” ou do simples “negociador-charlatão”. Entre elas podemos destacar as seguintes:
- Gosta de negociar: Um bom negociador precisa estar confortável com a profissão que escolheu, a negociação não pode lhe assustar, muito pelo contrário, precisa tratar como um desafio, um objetivo almejado. Quando se gosta do que faz, a motivação é automática.
- É entusiasta: Encara a negociação com vontade, com ilusão. Utiliza todo o seu entusiasmo e energia e tenta chegar a um bom acordo.
- É um grande comunicador: Um negociador precisa saber colocar sua oferta com clareza, conseguindo captar o interesse da outra parte. Tem que se expressar com convicção. De nada serve um negociador que não consegue se fazer entender.
- É persuasivo: Sabe convencer, utiliza com cada interlocutor os argumentos mais apropriados, os que mais possam interessar.
- É muito observador: Capta o estado de ânimo da outra parte, percebe quais são realmente suas necessidades, o quê espera conseguir. Detecta o estilo de negociar do oponente, sabe “ler” a linguagem não verbal.
- É psicólogo: Capta as características principais da personalidade do interlocutor bem como suas intenções (se é honesto, rigoroso, cumpridor, se é confiável, se tem intenção real de fechar um acordo, etc.)
- É sociável: Uma qualidade fundamental de um bom negociador é sua facilidade para estabelecer relações pessoais, sua habilidade para quebrar o gelo, para criar uma atmosfera de confiança. Tem uma conversação interessante, animada, variada, oportuna.
- É respeitoso: Demonstra deferência ao interlocutor, compreende sua posição e acha lógico que lute pelos seus interesses. Seu objetivo é chegar a um acordo justo, vantajoso para todos.
- É honesto: Negocia de boa fé, não procura enganar a outra parte, cumpre com o acordado.
- É profissional: Ser uma pessoa capacitada, com ampla formação não é apenas um detalhe, mas de extrema importância para que o negociador saiba separar as coisas, possicionando-se neste momento com total agilidade, preparando com esmero qualquer nova negociação sem deixar que nada aconteça ao acaso.
- Detesta a improvisação: A falta de rigor e de seriedade. Conhece com precisão as características da sua oferta. Sabe como compará-la com a oferta dos competidores, sabe como pode satisfazer as necessidades da outra parte.
- É meticuloso: reúne toda a informação disponível, ensaia minuciosamente as suas apresentações; define com precisão sua estratégia, seus objetivos. Dá muita importância aos pequenos detalhes.
- É firme, sólido: Tem as idéias bem claras (sabe o que procura, quanto pode ceder, quais são os aspectos irrenunciáveis, etc.). O bom negociador é suave nas maneiras; mas firme nas idéias (porém sem chegar a ser inflexível).
- Na negociação não se pode ser fraco, já que poderia custar muito caro; mas isso não significa que tem que ser duro, agressivo ou arrogante. O que sim é fundamental é ter as idéias bem claras e a coragem para lutar por elas.
- Autoconfiança: O bom negociador se sente seguro de sua posição, não se deixa impressionar nem se sente intimidado pelo estilo agressivo do oponente. Sabe manter a calma em situações de tensão.
- É ágil: Capta imediatamente os pontos de acordo e de desacordo. Reage com rapidez, encontra soluções, toma decisões na hora, sabe ajustar sua posição em função da nova informação que recebe e da marcha da negociação. Não deixa escapar a oportunidade.
- É resolutivo: Procura resultados em curto prazo, porém sem se precipitar (sabe que cada negociação tem seu próprio tempo e deve ser respeitado). Sabe quais são seus objetivos e se dirige a eles. Os obstáculos estão para ser superados e não desiste sem lutar.
- Aceita o risco: Sabe tomar decisões com o possível risco que elas envolvem, mas sem ser imprudente (distingue aquelas decisões mais transcendentais, que exigem um maior tempo de reflexão e que é melhor serem consultadas com os níveis mais altos da companhia).
- É paciente: Sabe esperar. As operações têm um ritmo que é conveniente respeitar. O negociador não deve precipitar-se tentando fechar um acordo por medo de perdê-lo.
- É criativo: Sempre encontra uma maneira de superar os obstáculos, “inventa” soluções inovadoras, detecta novas áreas de colaboração.
- Por último, é importante salientar que se bem há pessoas com facilidade inata para a negociação, estas habilidades também podem ser aprendidas assistindo a cursos de formação e base de prática.
http://www.aulafacil.com/Tecneg/Lecc-2.htm / http://site.suamente.com.br/caracteristicas-do-negociador/
Marcadores:
Op Imob
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Dispositivo de armazenamento
É um dispositivo capaz de gravar (armazenar) informações (dados). Essa gravação de dados pode ser feita virtualmente, usando qualquer forma de energia.Um dispositivo que somente guarda informação é chamado mídia de armazenamento. Dispositivos que processam informações (equipamento de armazenamento de dados) podem tanto acessar uma mídia de gravação portátil, ou podem ter um componente permanente que armazena e obtém dados.
Um dispositivo de armazenamento de dados é um dispositivo que registra as informações. Um dispositivo de armazenamento pode conter informação, processamento da informação, ou ambos.
Tipos de dispositivos de armazenamento:
- Por meios magnéticos (HDs, disquetes).
- Por meios ópticos (CDs, DVDs, etc).
- Por meios eletrônicos (SSDs) - chip - Exemplos: cartão de memória e pen drive
- Frisando que: Memória RAM é um dispositivo de armazenamento temporário de informações.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dispositivo_de_armazenamento / http://www.recifeinfo.com.br/media/catalog/product/cache/1/small_image/170x/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/p/e/pen-driver-8gb-ki-p_2_.jpg /
Marcadores:
Tecnologia
Dados, Informação e Conhecimento
O que é um DADO?
“Dados são itens referentes a uma descrição primária de objetos, eventos, atividades e transações que são gravados, classificados e armazenados, mas não chegam a ser organizados de forma a transmitir algum significado específico” (Turban, McLean e Wetherbe, 004, pg. 63).
Podemos concluir que, do ponto de vista da Tecnologia da Informação, os dados são capturados e armazenados pelos sistemas de informação.
E a INFORMAÇÃO, o que é?
Quando um conjunto de dados possui significado, temos uma informação. Vamos ver o que dizem os autores.
“Informação é todo conjunto de dados organizados de forma a terem sentido e valor para seu destinatário. Este interpreta o significado, tira conclusões e faz deduções a partir deles. Os dados processados por um programa aplicativo têm uso mais específico e maior valor agregado do que aqueles simplesmente recuperados de um banco de dados. Esse aplicativo pode ser um sistema de gerenciamento de estoques, um sistema de matrículas online de uma universidade, ou um sistema de Internet para compra e venda de ações”. (Turban, McLean e Wetherbe, 2004, pg. 63).
O propósito básico da informação é auxiliar a empresa na geração de novos conhecimentos e habilitar a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos disponíveis, nos quais se inserem pessoas, materiais, equipamentos, tecnologia, dinheiro, além da própria informação. Portanto, a informação é um recurso vital da empresa e integra, quando devidamente estruturada, os diversos subsistemas e, portanto, as funções das várias unidades organizacionais da empresa. 39 Segundo Stair e Reynolds40 (p. 5) para ser valiosa aos gerentes e tomadores de decisão, a informação deve ter as características descritas na Tabela 1. Tais características também tornarão a informação mais valiosa para a organização.
Se a informação não for precisa ou completa, decisões ruins podem ser tomadas, e, conseqüentemente, custar para as organizações milhares ou até mesmo milhões de reais.
Por exemplo, se uma previsão imprecisa de demanda futura indicar vendas muito altas quando o oposto é verdadeiro, uma organização poderá investir milhões de reais numa nova fábrica desnecessária. Além disso, se a informação não for pertinente à situação, se chegar aos tomadores de decisão no momento inadequado ou com muita complexidade para seu entendimento, ela poderá ser de pouco valor para a organização.
Quando um conjunto de dados possui significado, temos uma informação. Vamos ver o que dizem os autores.
“Informação é todo conjunto de dados organizados de forma a terem sentido e valor para seu destinatário. Este interpreta o significado, tira conclusões e faz deduções a partir deles. Os dados processados por um programa aplicativo têm uso mais específico e maior valor agregado do que aqueles simplesmente recuperados de um banco de dados. Esse aplicativo pode ser um sistema de gerenciamento de estoques, um sistema de matrículas online de uma universidade, ou um sistema de Internet para compra e venda de ações”. (Turban, McLean e Wetherbe, 2004, pg. 63).
O propósito básico da informação é auxiliar a empresa na geração de novos conhecimentos e habilitar a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos disponíveis, nos quais se inserem pessoas, materiais, equipamentos, tecnologia, dinheiro, além da própria informação. Portanto, a informação é um recurso vital da empresa e integra, quando devidamente estruturada, os diversos subsistemas e, portanto, as funções das várias unidades organizacionais da empresa. 39 Segundo Stair e Reynolds40 (p. 5) para ser valiosa aos gerentes e tomadores de decisão, a informação deve ter as características descritas na Tabela 1. Tais características também tornarão a informação mais valiosa para a organização.
Se a informação não for precisa ou completa, decisões ruins podem ser tomadas, e, conseqüentemente, custar para as organizações milhares ou até mesmo milhões de reais.
Por exemplo, se uma previsão imprecisa de demanda futura indicar vendas muito altas quando o oposto é verdadeiro, uma organização poderá investir milhões de reais numa nova fábrica desnecessária. Além disso, se a informação não for pertinente à situação, se chegar aos tomadores de decisão no momento inadequado ou com muita complexidade para seu entendimento, ela poderá ser de pouco valor para a organização.
E o CONHECIMENTO, como é gerado?
Trata-se da prática de agregar valor à informação para disponibilizá-las para uso.
A seguir mais alguns conceitos baseados em autores.
“Conhecimento consiste de dados e informações organizados e processados para transmitir compreensão, experiência, aprendizado acumulado e técnica,quando se aplicam a determinado problema ou atividade. Os dados processados para extrair deduções críticas e para refletir experiência e perícia anteriores fornecem a quem os recebe conhecimento organizacional, de alto valor potencial”. (Turban, McLean e Wetherbe, 2004, pg. 63).
Vejamos um exemplo: Os dados sobre os funcionários, seus salários e horário de trabalho são, por exemplo, processados para gerar informações para a folha de pagamento. Já a informação geral sobre essa folha pode alimentar mais tarde outro sistema que esteja preparando um orçamento. As informações também serão usadas pelo gerente de R.H. que presta assessoria à alta administração da empresa a respeito de um estudo para reavaliar as faixas salariais, gerando novos conhecimentos.
A gestão do conhecimento contribui para que as organizações consigam gerenciar e controlar com mais segurança a sua eficiência, tomar decisões acertadas com relação à melhor estratégia a ser adotada em relação aos seus clientes, concorrentes, canais de distribuição e ciclos de vida de produtos e serviços, saber identificar as fontes de informações, saber administrar dados e informações, saber gerenciar seus conhecimentos.
Portanto, podemos concluir que a GESTÃO DO CONHECIMENTO é processo sistemático de identificação, criação, renovação e aplicação dos conhecimentos que são estratégicos na vida de uma organização. Dados, informação e conhecimento podem ser os insumos de um sistema de informação; podem ser igualmente seu resultado. O papel da tecnologia para a gestão do conhecimento é o de suporte
http://www.faculdadesequipe.com.br/arquivos/f872ab4097f066b6577f7653abcdf2818d5cf7cd..pdf / http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/dado-info.html / http://www.paradigma.com.br/gestao-do-conhecimento-na-pratica/view / http://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimento
Marcadores:
Economia
Assinar:
Postagens (Atom)

