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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Trabalhador, Assalariado ou Escravo moderno!?

Escravidão assalariada ou Fome? Isso não é uma escolha, é uma ameaça!

O Capital transforma tudo em mercadoria, isto é, algo objetivamente mensurável e substituível por uma abstração quantitativa - o dinheiro. Nem mesmo o ser humano conseguiu escapar. Ser prático e objetivo, autocriador, o homem foi alienado de sua essência sob o domínio do Capital.

O atual estado de coisas caracteriza-se por terem sido formalmente abolidas a escravidão e a servidão. Todos os homens são livres e iguais, enquanto vendedores e compradores de mercadorias. Conseqüentemente, aqueles que não têm mercadorias para vender (que outrora seriam escravos ou servos e que agora são os proletários, a quase totalidade da população) são forçados a escolher: a morte ou a venda do que ainda lhes pertence, os braços, as mãos, os pés, o sentimento, o raciocínio, os gestos... sua essência humana, sua atividade vital, sua existência criativa, sua força-de-trabalho em troca de um mísero salário. Desse modo, o ser humano é constrangido a aceitar a mais desigual das trocas: a da vida pela sobrevivência, sendo forçado pela necessidade a fazer de suas aptidões um objeto de consumo e vendê-las no mercado de trabalho.

Tendo conseguido vender sua força-de-trabalho, a realização do proletário se torna sua desrealização, a afirmação do proletário se torna a negação de si como homem, pois o trabalhador não age como ser humano, mas como força-de-trabalho, como mercadoria, subordinado à vontade do capitalista, em troca de um salário.

O capital reduz toda atividade humana a trabalho e toda realização do ser humano a mercadoria. Tudo que os trabalhadores fazem existir por meio de suas atividades (alimentos, ruas, cadeiras, poemas, meios de produção, computadores, casas...) é radicalmente separado deles e se torna propriedade privada do que ou de quem comprou sua força-de-trabalho. Com isso, a atividade dos homens se coagula numa esfera separada, que se volta contra os próprios homens que a produziram, sua alienação é total. Nessas condições, quanto mais os homens transformam a realidade (todos os aspectos do mundo), tanto mais essa realidade se torna estranha e hostil para eles mesmos, tanto mais eles se sentem estranhos em seus próprios atos e hostis para si mesmos, enquanto reproduzem ampliadamente sua própria condição de vendedores da mercadoria força-de-trabalho, desvalorizando-se ao produzir mais-valia. Essa crescente reificação da atividade passada (trabalho morto), que suga a atividade viva do trabalhador é o Capital, cujos proprietários - os capitalistas - podem ser indivíduos ou Estados.

A recorrente crise econômica que impregna a "globalização" demonstra que o atual desenvolvimento das forças produtivas não mais permite que o valor, em escala mundial, seja produzido e mensurado pelo trabalho vivo, que, com a aplicação da robótica e da micro-eletrônica, tende a ser anulado no processo produtivo. Portanto, o dinheiro começa a perder seu fundamento, fica "sem pé nem cabeça" e a crise se agrava ininterruptamente. Doravante, a sobrevivência do Capital é sua autofagia, sua autodestruição - ele já não pode dar um passo sem tropeçar nas próprias pernas. Desse modo, a luta pela abolição revolucionária do trabalho, hoje uma necessidade óbvia, não pode mais ser acusada de utópica, uma vez que o capitalismo mal sobrevive à lembrança espectral dos "tempos prósperos". - http://www.reocities.com/autonomiabvr/princpl.html / http://www.reocities.com/autonomiabvr/luz1.gif / http://www.reocities.com/autonomiabvr/slavery.gif

APTIDÕES AO CONSUMO

A Ciência Econômica tem trabalhado bastante para delinear uma teoria sobre a função consumo. Investiga-se a função consumo dentro de dois pontos de vista:
  1. Quanto a uma abordagem micro-econômica, que procura ver a função consumo, dentro de um prisma particular das preferências individuais, tais como gosto, moda, clima, preço do produto propriamente dito, e preços dos produtos complementares ou substituíveis, e muitas outras variáveis que influenciam nos consumidores;
  2. Quanto ao aspecto macroeconômico, que trabalha com a função consumo, numa visão agregada, geral, onde as peculiaridades são deixadas de lado, para ser enfocado o aspecto estrutural, político. A função consumo diz respeito como se comporta o consumo de determinada comunidade, e como a ajustar eficientemente ao longo do tempo.
Inicial e normalmente, expõem-se por hipótese que o consumo de determinada comunidade está em função do nível de renda, ou ao fluxo de renda que a coletividade recebe por unidade de tempo, depois de retirados os impostos de todas as espécies. Desta forma, depara-se com uma renda disponível e o consumo fica então determinado por uma fração desta renda, isto é, consome-se pela sua propensão marginal a consumir que varia entre zero e um. Essa propensão marginal a consumir revela qual a porcentagem, a comunidade designa ao consumo; quer dizer, uma sociedade pobre, na hipótese de que só se gasta o que ganha, como explana Michal KALECKI (1942), ao mostrar que ela possui uma propensão marginal a consumir muito alta, em média 0.98; e, a comunidade rica, em média 0.46; com consumo intensivo para os pobres que não possui poupança alguma.

Com estes dados, em suas propensões marginais, observa-se que a classe pobre não tem condições de manter qualquer reserva de dinheiro para eventualidade, tendo em conta que quase toda a sua renda está sendo encaminhada para consumo, isto é, 98%. Já para a classe rica, ou como chamam os marxistas, a classe burguesa, possui uma propensão marginal a consumir muito baixa, isto é, apenas 46% são direcionados para consumo e 54% para poupança, ou gastos supérfluos, constituindo-se, assim, naqueles que fomentam a acumulação de capital. Com esta visão, os pobres não têm condições de barganhar nada com a classe que detém o poder do capital, os ricos. Os potentados constituem a burguesia que determina o que os pobres devem consumir; pois, o único instrumento disponível nas mãos dos pobres é a mão-de-obra, que desorganizada, não exerce resistência ao capitalismo.

Pergunta-se então, quais são os fatores principais que determinam os gastos em consumo? Pode-se enumerar aqui os mais importantes, no contexto de uma generalização:
  1. Primeiro, a precaução contra o futuro, isto é, a comunidade faz uma poupança hoje prevendo o futuro; 
  2. Segundo, o status social e a ânsia de se sentir respeitado na comunidade;
  3. Terceiro, a taxa de inflação tem o poder de determinar o consumo aparente, ao considerar que inflação alta conduz a uma renda real menor, causando uma maior rotatividade da moeda, do que acumular em poupança;
  4. Quarto, altos níveis de renda, conduzem a uma alta poupança, renunciando consumo presente, na expectativa de obtenção de ganhos de taxa de juros como remuneração no futuro.
  5. E, finalmente, o valor real de ativos líquidos dos consumidores também determina seus consumos no presente e em tempos vindouros.
Os gastos em consumo foram estudados por diversos ângulos. Tem-se a visão de James DUESENBERRY (1966) que estudou a função consumo frente à renda relativa, ou efeito demonstração. Já Irving FISHER (1907), estudou a escolha intertemporal dos gastos em consumo, demarcando os fluxos de renda presente e futuros. Entretanto, ANDO & MODIGLIANI (1969), estudaram a hipótese do ciclo de vida, e chegaram a resultados importantes, na alocação da renda do consumidor, frente aos seus gastos em consumo. Finalmente, Milton FRIEDMAN (1962), trabalhou com a hipótese da renda permanente e transitória, onde hà a preocupação em diferenciar a renda total da renda permanente e, dai, procurar alocar o consumo de uma determinada sociedade frente à vocação comportamental a gastar em consumo, hoje e/ou no futuro, com uma dotação orçamentária limitada.

Investigando a hipótese de DUESENBERRY, observa-se que os gastos em consumo são determinados pelo nível absoluto de renda, onde, na realidade, o consumo depende basicamente da posição relativa dos indivíduos em termos de renda, quer dizer, a função consumo, no longo prazo, possui uma propensão média a consumir constante e que as mudanças existentes em tal função não modificariam essa propensão, como também observou KUZNETS (1966), quando estudou uma função consumo para o seu país. A comprovação de KUZNETS (1966) foi aceita por DUESEMBERRY (1969), tomando como base uma função consumo linear; pois, só assim, ter-se-á uma mudança ao longo do tempo, sem uma variação na propensão média a consumir, porque o que é importante, é o nível de renda relativa dos indivíduos e não o valor absoluto de fluxo de renda.

A escolha intertemporal de gastos foi estudada por Irving FISHER (1907). Mas, qual era o seu objetivo principal? Ele queria, na verdade, alocar a renda da comunidade no consumo presente e futuro e como resultado, ter-se-ía uma outra distribuição da poupança ao longo do tempo. A planificação familiar quanto a sua renda, é que determina os horizontes de gastos em consumo; pois, se o consumo é maior, ou menor no futuro depende dos bens presentes e futuros, preços atuais e esperados, taxas de juros, demanda por moeda, renda atual e esperada, bem como alguns fatores que influenciam psicologicamente o consumo. Como se vê, o consumo presente e futuro são afetados por fatores presentes e expectativas que são tomadas sob uma perspectiva psicológica, tais como: a inflação crescente, esperanças de orçamentos maiores, perspectivas de baixa nos preços, e muitos outros fatores econômicos.

Um dos mais importantes estudos sobre a função consumo macroeconômico, deve-se a ANDO & F. MODIGLIANI (1969), que formularam a hipótese sobre o ciclo da vida, quando tentaram explicar as distinções entre as propensas marginais, e, média a consumir nas funções consumo, de curto e longo prazo. A hipótese principal, é que uma pessoa tem um fluxo de renda relativamente baixo no começo da vida, chega um máximo no meio de sua existência e decaindo no período que antecede a sua morte. Assim, pressupões-se que no inicio de sua vida, o consumo seja superior a sua renda; todavia, na metade de sua existência, o indivíduo recebe um fluxo de renda suficiente para o consumo e ainda, para garantir seu sustento de consumo na velhice, que é a diferença entre a renda presente e o consumo presente, capitalizada a uma taxa de juros positiva.

Por isso, como seria feita a distribuição do consumo desse indivíduo, ao longo do tempo, de tal maneira que toda a sua existência cumprisse, na verdade, esse ritual trabalhado por ANDO & MODIGLIANI (1969). É fácil ver que todo indivíduo tenta maximizar sua função utilidade, na trajetória de sua longa vida, com a restrição imposta pelo valor presente de seus fluxos de renda futuros, descontados por uma taxa de juros corrente no mercado. No começo da vida, o indivíduo consome uma magnitude maior do que possui de renda, desta forma, é um tomador de empréstimos no sentido comum da terminologia. No meado de sua existência, o indivíduo ganha não somente para consumir; mas, para pagar débitos contraídos e poupar para garantir seu padrão de consumo presente na velhice, quando não tem mais condições de trabalho.

Por último, tem-se o trabalho de Milton FRIEDMAN (1962), que ao analisar os gastos de consumo frente ao fluxo de renda, ele optou em não tomar o fluxo de renda corrente para a sua análise; mas, tentou investigar a função consumo, pela óptica da renda permanente, quer dizer, ele dividiu a renda corrente em renda permanente e a transitória. A renda permanente, diz respeito ao valor atual dos fluxos de rendas esperadas para o futuro. Quando se trata de detalhar a renda permanente, observa-se de imediato uma forte ligação com a taxa de juros, pelo fato de que há remoção de uma renda futura para o presente, não somente a uma taxa de juros que é quem tem a propriedade de saber quanto vale um certo montante de capital financeiro, que trouxe seu valor futuro para o presente.

FRIEDMAN (1962) não levou em consideração a renda transitória em sua análise da função consumo, tendo em conta que a renda transitória diz respeito à diferença entre a renda total e a permanente, e, o seu objetivo era simplesmente explicar a função consumo no contexto da renda permanente. Quando se fala em renda permanente e renda transitória, deve-se associar de imediato a hipótese de que o consumo corrente é uma função estável a longo prazo da renda permanente e da taxa de juros, destacando-se, entretanto, que o consumo permanente é componente estável e o consumo transitório é o componente aleatório. FRIEDMAN (1962) provou que a propensão média a consumir a longo prazo é uma constante, dependendo de como se comporta a taxa de juros, os gastos, e a dimensão da riqueza esperada.

O que se vê na realidade, não é tanto uma proxy do pensamento desses grandes economistas, que tentaram, na medida do possível, explicar a relação existente entre uma função consumo e o fluxo de renda presente e esperada pela sociedade. A dicotomia da sociedade em classes dificulta muito a uma explicação mais consistente da função consumo frente a sua renda; pois, o sistema de crédito, faz com que não se gaste o que se ganhe, mas, ultrapassem-se normalmente as possibilidades financeiras de cada agente econômico. Além da renda e do nível da taxa de juros, existem outras variáveis que afetam o consumo da economia e que não são levadas em consideração, devido ao seu alto grau de abstração envolvente, portanto, não palpável, mas, influentes em seu contexto de causa-efeito.

Em síntese, o problema do consumo ainda precisa de muitas pesquisas para se ter uma noção melhor da função consumo individual ou coletiva com respeito ao comportamento do ser humano, isto é, o leque de opções que as populações têm a sua escolha. Entretanto, verifica-se, como foi dito, que uma faixa da população está em um intervalo onde o consumo está acimada de seus rendimentos e isto ocorre porque, até a pessoa chegar à idade de trabalhar, fica sob a tutela dos pais; portanto, vivendo como se fosse uma espécie de empréstimo a ser pago no futuro, justificando a hipótese levantada por ANDO & MODIGLIANI (1969). Finalmente, existe muito o que se investigar quanto ao comportamento do consumidor, diante dos seus desejos, e as imposições do capital que cria opções de indução para as pessoas serem forçadas psicologicamente, a agir de maneira inconsciente. - http://www.eumed.net/cursecon/libreria/2004/lgs-ens/8.htm / http://www.reocities.com/autonomiabvr/trabalhodevora.gif

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Atividade Avaliativa I - Negócios Imobiliários

- Objetivo desta atividade:
  • a) Conhecer o conceito de organização e administração;
  • b) Conhecer os papéis que os gestores precisam desempenhar nas empresas;
  • c) Aprender sobre as habilidades necessárias para que os gestores desempenhem suas funções adequadamente;
  • d) Conhecer o conceito de Marketing e a finalidade desta área na empresa;
  • e) Conhecer os conceitos básicos relacionados à área de Recursos Humanos;
- Com isso você será capaz de (habilidades desenvolvidas):
Avaliar de forma crítica a gestão de negócios, bem como desenvolver e aplicar conceitos no
relacionamento profissional.

Questionário

1. O que é uma organização e qual a relação entre uma organização e a administração?

2. Quais são os papéis desempenhados pelos gestores segundo a teoria de Mintzberg?

3. Cite e explique cada uma das quatro funções básicas do administrador.

4. Defina marketing. Comente a importância desta área da administração para as empresas de forma geral.

5. Quais são as seis principais funções de RH?

Atividade avaliativa I - Cenários Socioeconômicos

- Objetivo desta atividade:
   1. Compreender os conceitos relacionados à ciência econômica

- Com isso você será capaz de (habilidades desenvolvidas):
   2. Compreender o cenário econômico do país

Exercícios:

1. Suponha uma situação inicial de equilíbrio no mercado de sorvetes e a ocorrência de um aumento no preço do açúcar (matéria-prima para a produção de sorvetes). Esse acontecimento provoca que tipo de deslocamento na curva de oferta?

2. Caracterize monopólio, oligopólio e concorrência perfeita em relação à:
    a) Tamanho do mercado
    b) Tipo de produto
    c) Formação de preço (se as empresas influenciam ou não na formação)

3. Por que o IDH é um indicador mais adequando que o PIB para avaliar a qualidade de vida de um país?
Explique seus componentes.

4. Explique o que são as reservas compulsórias e porque são utilizadas?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ser ou não Ser . . . Over-price!?

O "Over-price", ou apenas "over", na verdade, essa palavra de origem inglesa serve para caracterizar, no nosso caso uma porcentagem de comissão acima do determinado pelo CRECI, e portanto, vedada. Por exemplo, a comissão é de 6 a 8% para imóveis urbanos na tabela. Leia abaixo o artigo 724 do Novo Código Civil comentado.

Se formos remunerados pelo vendedor, pela venda de um determinado imóvel num percentual de 10% por exemplo, estaremos prejudicando alguma das partes (comprador ou vendedor)? Estaremos desrespeitando o código de ética profissional?
Todos nos perguntamos como as coisas acontecem. A cadeia de eventos: "A" que leva a "B", que leva a "C"... que leva a "Z". Que camisa usar, que rua caminhar, que percentual cobrar... Todas as decisões que tomamos definem quem seremos e onde chegaremos. Todos nascemos puros, com um HD de genoma zerinho para ser gravado nele o que bem entendermos. Tudo vem puro de fabrica. Mas, com o passar do tempo, os caminhos que percorremos, a cultura em que vivemos, o excesso ou falta de alimento que enfrentamos, os momentos que se tornam eternos, as decisões que tomamos... definem se seremos nobres ou vilões. São nossas escolhas que citam o fim de nossa história nesta jornada de tempo determinado pelo espaço.

Em minha opinião, a lei estabelece um percentual apenas como equilibrio, para que nenhuma das partes seja intencionalmente "roubada". Para quem desconhece a lei, esta o protegerá separando o corretor de sucesso ético do espertinho sem ética. Esta (a lei), detemina quem será punido se houver um furo no percurso da negociação.

Assim como o dízimo o é para os cristão, este percentual imposto o é para o corretor.
Assim como o dízimo nada mais é que um ponto de equilíbrio entre o pacto pessoal e o enriquecimento de líderes ecléticos, o percentual do corretor o é para manter este mesmo equilíbrio.

Sendo assim, acredito que não seja imoral o corretor negociar 10%, como não o seria negociar 4%, desde que ambas as partes envolvidas estejam cientes do que diz a lei sobre o assunto e mesmo diante disso concordam em trabalhar percentuais diferentes.

Não é crime, justamente por não ser errado querer ganhar um pouco mais ou concordar em ganhar um pouco menos, desde que todas as partes fiquem felizes com a negociação.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Marketing Pessoal

Marketing pessoal é o ato de um indivíduo ir modificando seu comportamento e sua forma de agir, visando um melhor posicionamento no mercado, em empresas que lhe interessam. Para isso o individuo precisa desenvolver técnicas para poder divulgar sua imagem , sua competência e utilizar seus contatos para chegar onde quer. O profissional deve entender o que o mercado precisa (no caso dele o mercado é a empresa onde ele quer trabalhar), para que ele possa se adaptar, estudar, evoluir neste sentido. E o profissional precisa então começar a se divulgar, entre seus conhecidos, clientes, outros.

Marketing pessoal precisa ser feito na base da verdade, ética e valores do ambiente onde você quer atuar. Não adianta criar um personagem, visando conseguir um emprego, pois pode acontecer de descobrirem que você não tem a capacidade que demonstrou, e com certeza irá perder o emprego e qualquer possibilidade de indicação posterior. Então tome cuidado com seu marketing pessoal.


COMPOSTO DE MARKETING:
O composto de Marketing é um dos principais conceitos do Marketing moderno, podendo ser definido como um grupo de variáveis que a empresa utiliza para produzir a resposta que deseja no mercado-alvo.

Jerome McCarthy, professor da Universidade de Michigan, aprimorou a Teoria de Borden e definiu os 4 grandes grupos de atividades que representariam os ingredientes do composto e os separou em:
 Atualmente, o composto de Marketing é conhecido internacionalmente como “Os 4 Ps do Marketing”. Por esse motivo, diversos países trataram de traduzir para o  seu idioma, os 4 grupos,  em palavras  que mantivessem a grafia iniciada por “P”. Dessa forma, no Brasil as atividades passaram a ser: Produto, Preço, Promoção e Praça (ou Ponto-de-Venda).

Apesar das inúmeras tentativas de se incluírem mais P’s aos 4 originais, como por exemplo, Profit (lucro), People (pessoas), Public Relations (Relações Públicas), todas elas se mostraram infrutíferas, ficando claro que os 4 originais englobariam as demais. Dessa forma “Promotion” que em português pode induzir ao erro de ser entendido como Promoção de vendas, é o guarda chuva que engloba Propaganda, Relações Públicas, Trade, a própria Promoção de vendas e todas as demais atividades relacionadas.
Sendo assim, cada variável tem suas atividades para realçar o Marketing Pessoal:
  1. “Produto”. Ou seja: Eu! O produto deve apresentar uma embalagem atrativa, assim a apresentação pessoal é muito importante. Vamos cuidar da aparência, é ela que determina a primeira impressão. Observe você, de onde veio, o que eu faz, o que gosta, seus defeitos e suas qualidades... Olhe-se de "cima a baixo", sempre referenciando a si mesmo como um “produto”. Por exemplo: em vez de dizer “defeitos” use “próximas atualizações” e em vez de usar “hobbies” utilize “funciona bem se...”.
  2. “Promoção”. Ou seja: Quem te vê! Quem não é visto não é lembrado. A forma como o produto é divulgado (Promoção), também é fator determinante para o sucesso. O que representa a divulgação? No marketing pessoal a divulgação é realizada através de pessoas, é a rede de relacionamentos, o networking. As pessoas que reconhecem em você um profissional competente comentam este fato com outras pessoas, é a propaganda boca a boca com efeito multiplicador positivo. Quando o serviço que você presta “não presta”, este fato é divulgado com maior rapidez, é a propaganda negativa. Então tente mostrar para as pessoas o que você tem de melhor, mas faça isso de forma natural, sem forçar. Deixe que as pessoas percebam que você é bom no que faz e que o faz bem feito.
  3. “Praça”. ou seja: Pontos de Venda. O produto deve estar no lugar certo (Praça). Estar trabalhando ou estudando no lugar certo, conhecer as pessoas certas, poderão proporcionar novas oportunidades de crescimento. Você deve se aprimorar e dar o melhor de si. Seja conhecido por quem curte o que você gosta. Frequente lugares estratégicos. Faça tudo pelo prazer, e o resultado será mais generoso. Aqui entra o Networking, ou seja, a técnica de criar, desenvolver e manter uma rede de contatos informais, buscando criar condições para a satisfação de interesses mútuos.
  4. “Preço”. ou seja: Quanto vale o que você tem ou o que você é? O Preço representa o seu salário. Os produtos de valor agregado possuem preços diferenciados. Quanto maior sua qualificação para o mercado de trabalho, maior será sua remuneração. Trabalhe com seu “preço” exibindo seus valores. Aquilo que te faz diferente e os pontos que faz a empresa se interessar por você. Não tente por "preço" ou valor no que não tem, mas esteja sempre com muito conteúdo que te valorize.

O CICLO DE VIDA:
O ciclo passa pela "Introdução" onde você decide o que quer ser e onde quer chegar; entra no "Crescimento" quando você coloca isto como ação; chega à "Maturidade" quando se torna um grande profissional; adentra na "Saturação" quando a coisa começa a ficar monotona; e mergulha no "Declínio" se nada for feito para sair desta monotonia.

O marketing pessoal é uma das coisas mais importantes na vida de um profissional, pois quando ele é capaz de pensar sua carreira como quem planeja o ciclo de vida de um produto, verá o quanto precisa se aprimorar, não só uma vez, mas continuamente. Produtos são planejados, fabricados, testados, comercializados e muitas vezes recolhidos do mercado para correções, aperfeiçoamentos ou lançamento de novas versões mais sofisticadas. Assim deve ser todo profissional.

FEEDBACK:
O feedback deve ser um aliado para o crescimento profissional. É essa a razão para se atentar a tudo o que for dito. Esteja aberto a ouvir o retorno de suas ações e registre o máximo de informações possíveis  para poder tomar uma atitude decisiva.

No processo de desenvolvimento da competência interpessoal este é um importante recurso porque permite que nos vejamos como somos vistos pelos outros.


Percepção é Realidade. POSICIONE-SE !

Estratégias bem sucedidas tem suas raízes nas vantagens competitivas do indivíduo. A habilidade de identificar oportunidades de posicionamento é um grande teste da competência do profissional.

Na prática, o posicionamento nunca deveria ser articulado sem um planejamento estratégico. O PE é a única ferramenta que permite identificar as competências essenciais do profissional e transformá-las em objetivos compreensivos que finalmente determinarão o foco das ações na busca do sucesso.

O PE também revitaliza a Visão, Missão e Valores que representam a identidade e a personalidade do profissional perante a empresa. Julgar que o posicionamento que garantiu o sucesso do passado assegurará o sucesso no futuro é uma miopia que já "deletou" vários profissionais do mercado.

Passos para Construção da Análise interna e externa

As definições básicas são essenciais, mas quando você termina de identificá-las, é a hora da análise. Você precisa colocar a sua missão, visão e valores no contexto da sua vida, identificando os desafios do seu ambiente e circunstâncias, as suas forças (para tirar proveito delas) e as suas fraquezas (para trabalhá-las ou mesmo contorná-las).

Identifique também as oportunidades e ameaças. O que o ambiente está oferecendo a você que pode ajudá-lo a alcançar sua visão? O que pode surgir no seu caminho fazendo com que você tropece e se afaste de sua missão? Quanto mais detalhado você puder ser nesta análise, mais você poderá se preparar objetivamente para tirar proveito das oportunidades certas, e para se desviar ou enfrentar os obstáculos mais complicados.

No planejamento pessoal você não precisa ir tão longe quanto as empresas usualmente vão, até porque o seu domínio sobre as variáveis envolvidas pode ser bem menor. Mas se você quiser uma checklist, saiba que as empresas costumam observar oportunidades e ameaças nos seguintes segmentos: ambientais, demográficos, econômicos, financeiros, culturais, sociais, jurídicos, políticos, ecológicos, familiares, psicológicos e tecnológicos.

Então se deseja ser alguém nesta vida, tira a bunda desta cadeira e ponha a mão na massa e o cérebro na reta para descobrir com criatividade o caminho a seguir. Lembre-se que precisa ser Empático e Ético nas avaliações, precisa ter Simpatia e boa Comunicação se quiser que te ouçam e se desejar uma fatia do mercado, lembre-se de ter muito, mas muito Conteúdo mesmo e saber se apresentar, pois quem sabe entrar e sair, terá uma porta aberta para voltar.

O marketing é considerado um processo, ou seja, uma atividade inacabada, ela é dinâmica pois o mercado muda, as necessidades mudam. De igual modo, nosso marketing pessoal também é um processo e como tal, precisamos estar sempre atentos às mudanças.


- http://emporiodosucesso.com.br/o-que-e-marketing-pessoal/ http://pt.shvoong.com/social-sciences/1680701-composto-marketing/ http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/4_Ps_do_Marketing.htm/ http://www.mktjr.com/2011/04/4-ps-no-marketing-pessoal.html/ http://www.nead.unama.br/site/index.asp?pag=segunda&pagg=coluna&ida=12&idc=1/ http://www.mariopersona.com.br/entrevista_dgabc.html/ http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=2&ved=0CCwQFjAB&url=http%3A%2F%2Fwww.strong.com.br%2Fexecutivo%2Ffotos%2F20050510.ppt&ei=dluKTrnSHILJgQfr_9G_Aw&usg=AFQjCNEJJSqrMWvW_Cz5aDMZNPKQauv2dg&sig2=pbThHHC_TVmNW8RyZncBuQ/ http://sucesso.powerminas.com/feedbackretorno-que-da-resultado-parte3/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Feedback/ http://www.efetividade.net/2008/09/09/networking/ http://www.brandme.com.br/posicionamento/ http://www.efetividade.net/2007/07/03/planejamento-estrategico-como-aplicar-a-sua-vida-parte-1-de-2//